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Bolsonaro diz que oferecerá asilo a ex-presidente interina da Bolívia

Jeanine Áñez foi condenada a dez anos de prisão por 'resoluções contrárias à Constituição e violação de deveres'

Brasília|Do R7, em Brasília

A ex-presidente interina da Bolívia Jeanine Áñez
A ex-presidente interina da Bolívia Jeanine Áñez A ex-presidente interina da Bolívia Jeanine Áñez

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que vai oferecer asilo político à ex-presidente interina da Bolívia Jeanine Áñez, condenada em 10 de junho a dez anos de prisão. O chefe do Executivo contou que se encontrou com ela uma vez.

"Achei uma pessoa bastante simpática. Uma mulher... Uma mulher, acima de tudo. Vi umas imagens terríveis: uma mulher sendo arrastada para dentro do presídio sendo acusada de atos antidemocráticos", disse. Bolsonaro afirmou que "o que for possível eu farei para que ela volte, para que ela venha para o Brasil caso assim o governo da Bolívia concorde".

"Estamos prontos para receber o asilo dela, assim como desses outros dois que foram condenados a dez anos de prisão", disse Bolsonaro em entrevista a um canal no YouTube no domingo (26).

Jeanine, que tem 54 anos, foi condenada pelo Tribunal de Primeira Instância de La Paz "pelos crimes de resoluções contrárias à Constituição e violação de deveres". Ela assumiu a Presidência do país interinamente em novembro de 2019, após a deposição de Evo Morales. Também foram condenados o ex-comandante das Forças Armadas Williams Kaliman e o ex-comandante-geral da Polícia Vladimir Calderón.

Antes do julgamento, a ex-presidente anunciou que recorreria em caso de condenação: "Não vamos ficar aqui, vamos à Justiça internacional".

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