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Covid: mudança de pandemia para endemia virá com base em critérios técnicos, diz Queiroga

Ministro da Saúde afirmou que a CoronaVac continuará sendo usada; pasta analisa registro emergencial do imunizante 

Brasília|Priscila Mendes, do R7, em Brasília

Ministro Marcelo Queiroga avalia decretar o fim da pandemia
Ministro Marcelo Queiroga avalia decretar o fim da pandemia Ministro Marcelo Queiroga avalia decretar o fim da pandemia

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta sexta-feira (4) que pretende rebaixar o status da Covid-19 no Brasil de pandemia para endemia, com base em critérios técnicos, independentemente da análise da OMS (Organização Mundial da Saúde). O chefe da pasta também deixou claro que a vacina CoronaVac não deixará de ser usada com a mudança de cenário. 

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"A OMS considera o cenário global. E aqui é o Ministério da Saúde que tem mais autoridade para dispor sobre esse tema no âmbito nacional. Cabe a mim como ministro rebaixar a pandemia e farei isso com base em critérios técnicos, assim como já observamos em países como Reino Unido, Inglaterra, Suíça, Dinamarca e países da Europa", destacou. 

Sem precisar uma data, Queiroga disse que pretende ouvir os ministérios envolvidos, os poderes e a sociedade antes de tomar uma decisão definitiva. Ele deixou claro que a alteração no status pode acontecer o quanto antes, diante do cenário de "tranquilidade epidemiológica".

"Mesmo com a variante Ômicron, tivemos uma queda no número de casos e registramos a média móvel de mortes por Covid-19 abaixo de 500. Sem contar que temos uma das maiores campanhas de vacinação do mundo", ressaltou. 

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CoronaVac

Mesmo que a Covid-19 passe a ser considerada endemia no Brasil, Queiroga garantiu que a vacina CoronaVac, usada em crianças e adolescentes sem comorbidades a partir dos 6 anos, não deixará de ser utilizada na campanha de imunização.

O fármaco ainda conta com registro para uso emergencial na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). O Ministério da Saúde está analisando os impactos regulatórios da vacina produzida pelo Instituto Butantan.

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“Ela foi uma vacina utilizada sobretudo no primeiro trimestre da nossa campanha de vacinação e agora passou a ser utilizada em crianças e adolescentes. É claro que não vai se interromper a vacinação. Outros medicamentos que, porventura, tenham registros emergenciais, serão considerados, desde que haja sempre a conveniência para os pacientes”, ressaltou Queiroga. 

Além da CoronaVac, o imunizante de dose única da Janssen conta com o registro para uso emergencial. A permissão definitiva para utilização da Janssen já está sendo analisada pela Anvisa.

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