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Desembargador do TRF-4 pede afastamento de processos da Lava Jato

Malucelli disse que a decisão tem natureza de cunho estritamente pessoal e é prerrogativa do magistrado

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

Sede do TRF-4, no Paraná
Sede do TRF-4, no Paraná Sede do TRF-4, no Paraná

O desembargador Marcelo Malucelli, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), pediu o afastamento dos processos que envolvem o advogado Rodrigo Tacla Duran e a Operação Lava Jato.

Segundo o magistrado, a declaração de suspeição por motivo de foro íntimo é dotada de imunidade constitucional.

"Ante a ocorrência de circunstâncias posteriores à data em que assumi os processos oriundos da presente operação (em trâmite junto ao Juízo Federal da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR) e que se relacionam com a integridade física e moral de membros da minha família, declaro minha suspeição superveniente, por motivo de foro íntimo, para atuar neste e em todos os demais processos relacionados por prevenção, a partir desta data", disse em trecho do documento. 

Em 11 de abril, o desembargador restabeleceu a prisão preventiva do advogado Tacla Duran, que havia sido revogada pelo juiz Eduardo Appio, da 13ª Vara Federal de Curitiba. A decisão veio após o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, ter suspendido as duas ações penais contra Tacla Duran.

O desembargador é pai do advogado João Eduardo Malucelli, que é sócio do ex-juiz Sergio Moro em um escritório de advocacia e namorado da filha mais velha dele.

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