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Rede de papelarias é alvo de operação que investiga sonegação fiscal de R$ 61 milhões 

Polícia Civil cumpriu 17 mandados de busca e apreensão; segundo ela, o grupo sonegava impostos utilizando documentos falsos

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

Polícia cumpriu mandados de busca e apreensão
Polícia cumpriu mandados de busca e apreensão Polícia cumpriu mandados de busca e apreensão

A Polícia Civil do Distrito Federal cumpriu nesta quarta-feira (22) 17 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a um grupo suspeito de sonegar impostos de uma rede de papelarias. Os empresários e contadores, que atuavam no DF e em dois estados, são suspeitos de acumular uma dívida superior a R$ 61 milhões em tributos.

Segundo a polícia, o grupo sonegava impostos utilizando documentos falsos para a formação de empresas em nome de “laranjas” e para blindagem patrimonial. As buscas foram cumpridas no Lago Norte, bairro nobre de Brasília, e em duas cidades em São Paulo e Minas Gerais.

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Ainda de acordo com a polícia, o grupo criava empresas continuamente, abandonando as anteriores com dívidas fiscais, a fim de “garantir a continuidade do comércio, mesmo sonegando impostos".

“Essa empresa, ela operava e fazia mensalmente as escriturações de acordo com as normas vigentes, somente não realizava o pagamento dos tributos devidos. Então, eles tinham um esquema de planejamento tributário abusivo, onde, de certa forma, depois da criação, eles criavam uma nova empresa, um novo CNPJ, mas mantinham o nome fantasia”, disse o delegado Marcelo Guerra.

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Segundo os policiais, as buscas foram feitas para identificar possíveis comparsas, apreender documentos e aparelhos eletrônicos e consolidar os elementos probatórios já existentes.

Os envolvidos são investigados por associação criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso, lavagem de capital e sonegação fiscal. Caso condenados, eles podem pegar até 30 anos de prisão.

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