Brasília Equipe de transição vai se reunir com ministro da Cidadania na próxima semana

Equipe de transição vai se reunir com ministro da Cidadania na próxima semana

Encontro vai ocorrer na próxima terça-feira (22) e tem o intuito de pedir informações sobre as contas relativas ao ministério

  • Brasília | Plínio Aguiar, do R7, em Brasília

Ronaldo Bento, ministro da Cidadania do governo Bolsonaro

Ronaldo Bento, ministro da Cidadania do governo Bolsonaro

Agência Brasil/Marcello Casal Jr.

Membros do grupo técnico Desenvolvimento Social e Combate à Fome vão se encontrar, na terça-feira (22), com o ministro da Cidadania, Ronaldo Vieira Bento. O intuito da reunião é pedir informações que vão fomentar o relatório que o grupo produzirá e manter o diálogo entre integrantes dos governos.

Entre os integrantes do grupo técnico estão a senadora Simone Tebet (MDB-MS), o deputado estadual André Quintão (PT-MG), a culinarista Bela Gil, assim como as ex-ministras Márcia Lopes e Tereza Campello. O encontro deverá ocorrer no próprio ministério.

Justiça e Segurança Pública

O grupo técnico que discute a área de Justiça e Segurança Pública da equipe de transição do governo eleito se reunirá, na tarde desta quinta-feira (17), com o ministro da Justiça, Anderson Torres, às 15h. A informação foi dada pelo senador eleito e integrante do time Flávio Dino (PSB).

"E hoje também vai ter uma conversa com o ministro da Justiça, à tarde, para estabelecer diálogo, que garanta o fluxo de informações, na diretriz dada pelo presidente Lula, de garantir a continuidade do serviço público, para que a gente consiga, nos 100 primeiros dias, muitos resultados concretos em favor da população nessas áreas especificas", afirmou Dino.

Decretos sobre armas

Nesta quinta-feira (16), após reunião no CCBB, Flávio Dino informou também que o governo eleito deve revogar todos os atos assinados por Jair Bolsonaro (PL) que aumentaram o acesso da população às armas de fogo.

"Não há dúvida que é o escopo principal do grupo, porque é um compromisso do presidente Lula e temos que ter um duplo olhar. O primeiro é olhar daqui para frente. Nós temos uma lei vigente, o estatuto de desarmamento, que foi objeto de desmonte por atos infralegais, atos abaixo da lei, decretos, portarias. Isso, sem dúvidas, é um tema fundamental do grupo de trabalho. É um tema que o presidente Lula escolheu e foi aprovado pela sociedade brasileira”, afirmou Dino.

"O tema daqui para trás exige algumas reflexões. A primeira é: existe direito adquirido a faroeste? Não! Existe direito adquirido de andar com fuzil e metralhadora? Não também. Imaginemos a situação de um medicamento que hoje é permitido e amanhã será proibido. Alguém terá direito adquirido a tomar esse medicamento? Não", acrescentou.

Dino informou que o ex-ministro Aloizio Mercadante, responsável pela coordenação dos grupos técnicos, pediu para que a área encaminhe, no dia 30 de novembro, um relatório com a indicação dos atos relacionadas às armas de fogo que devem ser revogados.

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