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Flávio Bolsonaro acusa gabinete da relatora da CPMI de vazar informações sigilosas; veja vídeo

Eliziane Gama rebateu dizendo que a informação é caluniosa e pediu apuração da acusação

Brasília|Do R7

Filho do ex-presidente criticou relatório e o
vazamento
Filho do ex-presidente criticou relatório e o vazamento Filho do ex-presidente criticou relatório e o vazamento

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acusou nesta terça-feira (1º) os assessores do gabinete da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, de vazarem informações sigilosas enviadas ao colegiado que apura os atos extremistas.

“A informação que chega até agora é que quem teve acesso a esses documentos foram os assessores de Vossa Excelência”, disse Flávio à relatora, pedindo a investigação dos vazamentos à CPMI.

Documentos como relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e dados de transações financeiras do ex-presidente Jair Bolsonaro com informações sobre PIX recebidos somando mais de R$ 17,2 milhões foram obtidos pela imprensa nas últimas semanas. Os documentos foram enviados à CPMI em caráter sigiloso.

Leia mais: Valor arrecadado por Bolsonaro via Pix é 17 vezes maior que o necessário para pagar multas

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Flávio criticou a atuação do Coaf em produzir relatórios sobre movimentações financeiras fora do escopo temporal solicitado por requerimento, revelando as transações do pai e do ex-ajudante de ordens Mauro Cid. Segundo o senador, a CPMI precisa investigar os vazamentos, mas também o motivo da produção das informações além da demanda.

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Em resposta, a senadora Eliziane Gama afirmou que a acusação é caluniosa e lembrou que todos os membros podem acessar as informações sigilosas. Ela pediu ao presidente da comissão, deputado Arthur Maia (União-BA) que “apurasse a acusação que, pode ter certeza, é caluniosa”.

Eliziane lamentou o vazamento de informações, afirmando que isso “impede que a comissão avance na investigação” e garantiu que os acessos são feitos por parte dos assessores, que auxiliam no processo de análise de dados e passam as informações a ela. “Eles tiveram acesso sim. Quando chegam as informações, peço para analisarem e trazerem as informações”, completou.

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