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Governo publica edital com mais de 6 mil vagas para Mais Médicos

Os médicos que participarem do programa poderão fazer especialização e mestrado em até quatro anos

Brasília|Do R7, em Brasília

Anúncio do governo federal do novo Mais Médicos, no Palácio do Planalto
Anúncio do governo federal do novo Mais Médicos, no Palácio do Planalto Anúncio do governo federal do novo Mais Médicos, no Palácio do Planalto

O edital que prevê a adesão ou renovação de municípios e do Distrito Federal no Mais Médicos para o Brasil, do Ministério da Saúde, foi publicado no Diário Oficial desta terça-feira (18). De acordo com o texto, serão disponibilizadas 6.252 vagas, e os selecionados vão trabalhar durante quatro anos.

O governo federal retomou neste ano o Programa Mais Médicos com a abertura de 15 mil novas vagas e pretende, até o final de 2023, inserir 28 mil profissionais em todo o país, principalmente nas áreas de extrema pobreza. Segundo o governo, mais de 96 milhões de brasileiros terão acesso ao atendimento médico na atenção primária. 

Os médicos que participarem do programa poderão fazer especialização e mestrado em até quatro anos. Além disso, vão receber benefícios proporcionais ao valor mensal da bolsa, cerca de R$ 13 mil, para atuar nas periferias e nas regiões mais remotas do país.

O Mais Médicos foi criado em 2013, durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), e desde então passou por alterações. Retomado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o programa trabalha sob três pilares: estratégia de contratação emergencial de médicos; expansão do número de vagas para os cursos de medicina e residência médica em várias regiões do país; e a implantação de um novo currículo com formação voltada para o atendimento mais humanizado, com foco na valorização da atenção básica, além de ações voltadas à infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde.

Desafios

Um dos principais desafios no atendimento às regiões de difícil acesso, que historicamente sofrem com a falta de médicos, é a permanência dos profissionais. Levantamento feito pelo Ministério da Saúde mostrou que 41% dos participantes do programa desistem, em busca de capacitação e qualificação.

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