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Homem que matou mulher e sogra asfixiadas na frente do filho no DF é condenado a 70 anos de prisão

Feminicídios aconteceram em 2020 em Planaltina; condenação prevê mais um ano de prisão por modificar a cena dos crimes

Brasília|Do R7, em Brasília

Réu não poderá recorrer em liberdade
Réu não poderá recorrer em liberdade Réu não poderá recorrer em liberdade (Edilson Rodrigues/Agência Senado)

Um homem foi condenado a 70 anos e seis meses de prisão por matar a ex-companheira e a ex-sogra asfixiadas. Os crimes foram cometidos na frente do filho dele, em dezembro de 2020, na residência das vítimas, no bairro do Arapoanga, em Planaltina, no Distrito Federal. A sentença foi determinada na última quarta-feira (22) pelo Tribunal do Júri de Planaltina. Ele ainda foi condenado a mais um ano de detenção e terá de pagar multa por fraude processual, por ter modificado a cena dos feminicídios.

Durante o julgamento, o magistrado destacou que as circunstâncias do crime foram graves e merecem maior reprovação, pelo fato ter ocorrido na residência das vítimas, na frente de filho de 6 anos. Os crimes foram classificados de feminicídio e qualificados por motivo torpe e meio cruel.

Na sentença, o juiz determinou que a pena pelos homicídios será em regime inicial fechado e a detenção por fraude será cumprida no regime inicial semiaberto. O réu não poderá recorrer em liberdade.

Entenda o caso

Segundo o Ministério Público do DF, o rapaz foi à casa das vítimas com o intuito de matá-las. No local, ele jogou a sogra no chão, amarrou suas mãos com uma corda e a amordaçou com fita crepe. Quando a ex-namorada chegou, ele a imobilizou e a amarrou com cordas e presilhas de plástico. O criminoso utilizou uma fronha para asfixiar a ex-companheira e enforcou até a morte a mãe dela. 

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