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Inquérito sobre tentativa de ataque em Brasília é enviado ao ministro Alexandre de Moraes

Magistrado viu ligação do caso com atos antidemocráticos que já estão sendo alvo de inquéritos que correm no Supremo

Brasília|Natália Martins, da Record TV, e Renato Souza, do R7, em Brasília

O ministro Alexandre de Moraes durante coletiva de imprensa em Brasília
O ministro Alexandre de Moraes durante coletiva de imprensa em Brasília O ministro Alexandre de Moraes durante coletiva de imprensa em Brasília

O ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Federal enviasse ao Supremo Tribunal Federal (STF) o inquérito sobre uma tentativa de ataque a bomba em Brasília. O magistrado viu ligação do caso com fatos identificados em diligências que correm na Corte.

De acordo com informações obtidas pelo R7, o inquérito já foi enviado ao magistrado. A tendência é que a prisão de pelo menos mais três suspeitos identificados seja determinada nas próximas horas. As investigações policiais conduzidas até agora identificaram participantes com papel de executar e financiar o ato.

Os novos nomes descobertos pelos investigadores estão ligados a George Washington Oliveira, que já está preso e foi transferido nesta segunda-feira (26) para o Complexo Penitenciário da Papuda, em São Sebastião. Durante depoimento à Polícia Civil, ele revelou que não agiu sozinho.

George disse estar descontente com o resultado das eleições e que pretendia detonar os explosivos para chamar atenção para o movimento. O alvo seria um caminhão-tanque que seguia com destino ao aeroporto de Brasília.

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A Polícia Militar chegou até os explosivos após uma denúncia anônima. A equipe da corporação realizou uma detonação controlada. George é morador do Pará, atua como empresário e se dirigiu até Brasília com armas de grosso calibre e dinamite no carro.

Hospedado em um apartamento no Sudoeste, ele passou a frequentar o acampamento montado no Quartel-General do Exército. O suspeito conseguiu as armas por meio de uma autorização de posse como caçador, atirador e colecionador (CAC). Ele cumpre prisão preventiva. 

Um inquérito já aberto no Supremo trata dos atos antidemocráticos pelo país e de manifestações violentas ou que interditaram rodovias, além dos que ocorrem em volta de quartéis das Forças Armadas. 

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