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Senado aprova proposta para bancar o piso da enfermagem

O texto foi aprovado por unanimidade nesta terça-feira (20), em dois turnos; agora, será promulgado

Brasília|Plínio Aguiar, do R7, em Brasília

Enfermeira cuida de paciente diagnosticado com Covid-19 em hospital em São Carlos (SP)
Enfermeira cuida de paciente diagnosticado com Covid-19 em hospital em São Carlos (SP) Enfermeira cuida de paciente diagnosticado com Covid-19 em hospital em São Carlos (SP)

O plenário do Senado aprovou por unanimidade, nesta terça-feira (20), a PEC (proposta de emenda à Constituição) que garante o pagamento do piso salarial da enfermagem. Aprovado em dois turnos, o texto agora será promulgado. 

Os excessos de arrecadação de fundos públicos e do Fundo Social serão usados para financiar o piso no setor público e nas entidades filantrópicas e de prestadores de serviços com um mínimo de atendimento de 60% de pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde).

Leia mais: Câmara aprova proposta para bancar o piso da enfermagem

Piso nacional

A lei que instituiu o piso nacional da enfermagem foi aprovada no Congresso Nacional e sancionada em agosto com a previsão de que enfermeiros recebam, no mínimo, R$ 4.750. O salário-base de técnicos de enfermagem deve ser de 70% desse valor (R$ 3.325), enquanto a remuneração inicial de auxiliares de enfermagem e parteiros deve ser de 50% do piso (R$ 2.375).

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No entanto, em 15 de setembro, a lei foi suspensa pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Segundo a decisão da Corte, a suspensão é necessária até que sejam esclarecidos os impactos da medida sobre as finanças de estados e municípios.

À época, o Congresso se comprometeu em achar uma saída para garantir o pagamento do piso. Os parlamentares argumentam que a PEC é importante por garantir, constitucionalmente, os recursos para financiar o piso dos enfermeiros.

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