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STF forma maioria para tornar réus mais 45 denunciados nos atos de 8/1; três deles ficaram conhecidos

Este é o oitavo bloco de julgamentos sobre o caso; votação dos ministros ocorre de forma virtual e termina nesta segunda (26)

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

Extremistas durante invasão ao Congresso Nacional
Extremistas durante invasão ao Congresso Nacional Extremistas durante invasão ao Congresso Nacional

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta segunda-feira (26) para tornar réus mais 45 denunciados por envolvimento na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, em Brasília, em 8 de janeiro. Dentre as pessoas envolvidas, três ficaram conhecidas (leia mais abaixo). Este é o oitavo bloco de julgamentos sobre o caso, que termina nesta segunda.

Nesta nova leva estão envolvidas pessoas que ficaram conhecidas após os atos: o homem que destruiu um relógio do século 17 no Palácio do Planalto; o que levou uma réplica da Constituição Federal durante a invasão; e outro que furtou uma toga (vestimenta) dos ministros.

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No julgamento virtual, não há discussão. Os ministros votam por meio do sistema do STF. Se há um pedido de vista, o julgamento é suspenso. Quando ocorre um pedido de destaque, a decisão é levada ao plenário físico do tribunal.

As denúncias fazem parte de vários inquéritos que tramitam na Corte. Um deles apura o planejamento e a responsabilidade intelectual das invasões. Outro investiga os participantes da invasão que não foram presos em flagrante durante os atos extremistas às sedes dos Três Poderes.

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Confira abaixo o período dos julgamentos anteriores e o do atual:

• 100 denunciados (de 18 a 24 de abril);

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• 200 denunciados (de 25 de abril a 2 de maio);

• 250 denunciados (de 3 a 8 de maio);

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• 245 denunciados (de 9 a 15 de maio);

• 250 denunciados (de 16 a 22 de maio);

• 131 denunciados (de 23 a 29 de maio); e

• 70 denunciados (2 a 9 de junho);

• 45 denunciados (23 a 26 de junho).

Ao todo, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou 1.390 denúncias ao STF. Com as denúncias recebidas, agora serão instauradas as ações penais. Os processos, então, terão seguimento com a fase de coleta de provas, que inclui os depoimentos das testemunhas de defesa e acusação. Depois, o STF julgará se condena ou absolve os acusados, o que não tem prazo específico para ocorrer.

Pessoas que ficaram conhecidas

Nesta nova oitava leva de julgamentos estão envolvidas pessoas que ficaram conhecidas por envolvimento nos atos extremistas. São elas:

• um homem de 30 anos que destruiu um relógio do século 17 no Palácio do Planalto: ele foi preso pela Polícia Federal (PF) em Uberlândia (MG) em 23 de janeiro. O objeto raro foi produzido na França pelo relojoeiro Balthazar Martinot, que trabalhava para a corte francesa. Uma equipe suíça em cooperação com especialistas brasileiros iniciou o trabalho de restauranção do relógio.

• um homem de 50 anos que furtou a réplica da Constituição Federal do STF: ele foi preso pela PF em Varginha (MG) em 25 de janeiro. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anunciou que o objeto foi recuperado no dia 12 do mesmo mês.

• um homem que furtou uma toga (vestimenta) dos ministros do STF.

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