Diário Digital Irmã de comerciante assassinado afirma estar sofrendo ameaças

Irmã de comerciante assassinado afirma estar sofrendo ameaças

Mulher de 52 anos recebe ligações e mensagens por conta de dívidas deixadas pelo comerciante

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Uma mulher de 51 anos estaria sendo ameaçada depois que o irmão Dirley de Souza Borges, de 39 anos, foi executado a tiros, na noite de terça-feira (2), em Coxim. O caso é relatado pelo site de notícias local Edicão MS.

Após o assassinato, a irmã começou receber ligações e mensagens por conta de dívidas deixadas pelo comerciante. Uma delas seria no valor de R$ 3,4 mil.

Durante a ligação o homem teria sido direto, falando que se a irmão não pagasse ela seria a próxima [a morrer]. “Vai ter que pagar”.

A Polícia Civil já está investigando as ameaças. A irmã relatou que não tinha conhecimento dessas dívidas, não tem condições de quitar e tampouco pode ser responsabilizada pelas mesmas.

A execução - Dirley estava sentado em frente à sua conveniência, na Vila Bela, mexendo no celular e tomando cerveja, quando um carro escuro se aproximou e os dois caronas descarregaram as armas. Ele não teve nem tempo de levantar da cadeira.

Os tiros disparados são de calibres 22 e 38. As polícias Civil e Militar começaram a trabalhar logo em seguida, porém, ainda não tem nada de concreto. É um crime difícil de elucidar. A vítima colecionava desafetos dos mais variados segmentos.

Quando era aluno do curso de formação da Polícia Militar, no Mato Grosso, teria estuprado a filha de um oficial, que o acolheu no estado vizinho. Fez várias denúncias contra policiais, lá e cá. Em Coxim colaborava para denunciar várias pessoas, por crime ambiental. E, recentemente, teria se envolvido com uma mulher casada com membro de facção.

(Fonte:  Edicão MS)

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