Folha Vitória Acidentes são os principais riscos para animais perdidos

Acidentes são os principais riscos para animais perdidos

Segundo o IPB, 4 milhões de animais em situação de rua recebem assistência de ONGs veterinária parceira da Pethere explica os cuidados...

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Foto: Divulgação/DINO

Basta dar uma volta pelas ruas de qualquer cidade do Brasil para se deparar com cartazes em postes, paredes e comércios que alertam para animais domésticos perdidos. Nos últimos anos, com a ampla aderência dos aplicativos e redes sociais digitais, publicações no ambiente on-line também chamam a atenção para cães, gatos e aves que estão sendo procurados por tutores aflitos.

Apesar dos esforços, muitos animais que se perdem de casa não conseguem voltar para as suas famílias. Segundo um levantamento realizado pela ASPCA (Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais), 93% dos cachorros e 75% dos gatos que foram relatados como perdidos voltaram em segurança para casa.

Ainda de acordo com a pesquisa, compartilhada pelo site Portal do Dog, 6% dos tutores de cachorros e 2% dos responsáveis por gatos acharam seus pets perdidos em abrigos e 15% dos cães foram encontrados porque estavam com coleira com identificação ou microchip.

De acordo com indicativos do IPB (Instituto Pet Brasil), a maioria dos animais em situação de vulnerabilidade recebem assistência de ONGs (Organizações Não-Governamentais) ou protetores privados.

Segundo Bruna Sanches, veterinária do Hospital 24 horas Canguru, parceira da Pethere - empresa do Grupo FRT Brasil, responsável pelo rastreador para pets Pethere 4G -, um pet perdido é motivo de grande preocupação para os tutores, uma vez que animais nesta condição estão mais expostos a riscos com acidentes.

“Na rotina clínica, é extremamente comum atendermos pacientes acidentados. Na maioria dos casos, os acidentes ocorrem devido a fugas, por exemplo: o tutor que permite que o animal dê uma ‘saidinha’ sem o devido acompanhamento”, afirma. “Além disso, em uma clínica veterinária, recebemos muitos pacientes que se acidentaram depois de ‘escapar’ pelo portão de casa”, complementa.

Segundo Sanches, os animais perdidos podem se envolver em uma série de perigos, como maus-tratos e atropelamentos que vêm ocorrendo com maior frequência em nosso dia a dia.

Aliás, pets perdidos podem sofrer com fome, sede e desidratação, além de ficarem expostos a ataques e brigas com outros animais. A propósito, do contato com seus pares, os pets podem acabar contaminados por diversas doenças, como sarna, e terminam expostos a pulgas e carrapatos.

Diante desses elementos, a recuperação dos pets após serem encontrados exige cuidado. Para a veterinária parceira da Pethere, os tutores devem desempenhar um papel importante no processo de reabilitação.

“Animais encontrados nas ruas geralmente necessitam de cuidados intensivos e, em alguns casos, de procedimentos cirúrgicos, como cirurgias gerais e ortopédicas”, explica Sanches. “Por isso, é extremamente importante o cuidado do tutor com o paciente após os cuidados hospitalares, que deve dar continuidade com o tratamento em casa da forma correta, conforme recomendado pelo médico veterinário”, ressalta.

E, mais importante ainda, é evitar que os acidentes e fugas dos animais domésticos ocorram novamente, conclui.

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