Folha Vitória Alcolina Química e Derivados recebe selo neutro de carbono

Alcolina Química e Derivados recebe selo neutro de carbono

Empresa se tornou a primeira em seu segmento no Brasil a neutralizar a emissão de carbono proveniente de suas atividades. Para isso...

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Foto: Divulgação/DINO

Especializada em soluções químicas para as mais diversas áreas, a Alcolina Química e Derivados se tornou a primeira empresa brasileira em seu segmento a neutralizar 100% da emissão de carbono proveniente de suas atividades, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa da Natureza (IBDN), responsável pela certificação. Para isso, a empresa aderiu a um programa de plantio de árvores nativas da Mata Atlântica em área de restauração florestal em São Paulo, responsáveis por neutralizar a emissão de gases do efeito estufa.

O Brasil é, atualmente, o 7º maior emissor, de acordo com o 10º relatório de análise das emissões brasileiras do SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa do Observatório do Clima). O documento, divulgado em março, revelou que, em 2021, o Brasil teve o segundo maior aumento de emissões de gases de efeito estufa em um período de quase duas décadas. O volume cresceu 12,5% e chegou a 2,4 bilhões de toneladas brutas, crescimento de 40% em relação a 2010.

“A inovação é essencial para a sobrevivência e o crescimento das empresas em um mundo em constante transformação. Porém, acreditamos em inovação com sustentabilidade. Por isso, assumimos o compromisso de reduzir nossos impactos ambientais e, em 2021, iniciamos a implantação de uma política ESG, desenvolvendo os pilares ambientais, sociais e de governança. E a neutralização do carbono emitido por nossas atividades é a concretização dessa filosofia. Hoje, temos o orgulho de sermos pioneiros em nosso segmento nessa iniciativa”, afirma Rogerio Barros, diretor-presidente da Alcolina.

As 86 toneladas de gases neutralizados pela empresa são referentes às atividades desenvolvidas por um ano. A quantidade foi calculada pelo IBDN, considerando o período entre fevereiro de 2022 e fevereiro de 2023.

Para o cálculo, o Instituto considera diferentes fontes emissoras de carbono, como, por exemplo, a queima de combustível fóssil, o consumo de energia e a produção de resíduos. Uma vez definida a quantidade de toneladas geradas por uma empresa, o IBDN define o número de árvores que devem ser plantadas. São necessárias, em média, sete árvores para sequestrar uma tonelada de carbono em um período de 20 anos. O plantio de árvores é uma das formas naturais de sequestro de carbono, já que, durante seu crescimento, elas precisam de uma enorme quantidade de carbono para se desenvolver e acabam retirando esse gás da atmosfera por meio da fotossíntese, reduzindo a quantidade de CO2.

Parque Ecológico do Tietê

O local escolhido para o plantio das árvores nativas da Mata Atlântica foi o Parque Ecológico do Tietê, área de restauração florestal localizada em São Paulo. “Esta foi a primeira vez que a Alcolina neutralizou a emissão de CO2 e, agora, assumimos o compromisso de fazer anualmente essa compensação. E vamos além, ampliando a neutralização também para os stands dos eventos que participaremos”, conta Daniela Carvalho, gestora de qualidade da Alcolina.

O primeiro stand a ser neutralizado será o da Reunião Anual da Fermentec, que acontecerá entre 26 e 27 de julho, em Ribeirão Preto (SP). A Alcolina plantará mais árvores para a compensação da emissão de 1,6 tonelada de gases.

Daniela lembra que, além da neutralização por meio do plantio de árvores, a Alcolina adota uma série de medidas sustentáveis, com ações diárias comprometidas com um futuro de qualidade, sustentável e inovador. “Temos uma busca constante para desenvolver e realizar iniciativas que impactem cada vez menos o meio ambiente, como programas de conscientização para todos os nossos mais de 120 colaboradores, de todos os níveis hierárquicos, e o desenvolvimento de tecnologias para tratamento e reuso da água, que, além de utilizarmos em nossa sede, oferecemos para os nossos clientes”, conclui.

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