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Cafés especiais seguem em expansão no mercado capixaba

Quase 40% da riqueza gerada pelo agronegócio do Estado vem da cafeicultura

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Um café passado na hora, quentinho, é muito bom. Seja em casa, no trabalho, em qualquer lugar, a bebida é preferência dos brasileiros.

O empreendedor Levi Tesch, é nascido e criado na roça, por isso, ele afirma que desde novo, o café faz parte do dia-a-dia.

"Por um período, era cafezinho com leite de manhã cedo e só isso. Mas hoje em dia, trabalhando no escritório, já uma situação mais tranquila, recebendo as pessoas, então, de costume, a gente toma um café puro, de preferência sem açúcar", disse.

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O publicitário Leandro Lima comenta que não vive sem café, pois além de estar presente em seu cotidiano, também dá energia e disposição para o trabalho. "Café todos os dias. Inclusive, uma boa reunião precisa ter café", disse.

"O café surgiu na minha vida na faculdade, porque naquele corre diário de uma faculdade, a gente precisa de um bom café para ficar acordado", relembrou.

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Na casa do publicitário, o gosto pelo café vem de berço. Sua mãe, Adnólia Lima, bebe pelo menos duas xícaras todos os dias. "Café na rua, café em casa. Desde criança, eu tomo café. Não sei viver sem ele. De manhã, a tarde, só não tomo a noite", disse.

ES é o segundo maior produtor de café do Brasil

O Espírito Santo é o segundo maior produtor de café do país. A produção está em praticamente todos os municípios capixabas. Só em Vitória, não há plantio dos grãos. Quase 40% da riqueza gerada pelo agronegócio do Estado vem da cafeicultura.

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Mas não é somente nos campos de colheita que o café se destaca. Existe o mercado de cafés especiais em expansão, pronto para atender consumidores em busca de sabores sofisticados.

Uma empresa em Vitória, por exemplo, trabalha com kits personalizados para clientes e empresas. Eles também fidelizam fregueses por meio de assinaturas. Os preços variam. Dependendo da demanda, em média, o quilo do café custa R$ 60.

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Entre os de sabores diferenciados está o marapé, feito com grãos da cidade de Brejetuba, no interior do Estado. Bebida leve com sabor de caramelo e chocolate. 

"Existe uma infinidade de tipo de sementes e vem essa diferenciação na saborização. Há sabores tendendo ao mel, ao melaço, ao chocolate, laranja, é muito extensa a quantidade de sabores que pode chegar", cita Gobetti.

*Com informações do repórter Paulo Rogério, da TV Vitória/RecordTV

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