Folha Vitória Carros parados em locais proibidos prejudicam moradores e cadeirantes em Vila Velha

Carros parados em locais proibidos prejudicam moradores e cadeirantes em Vila Velha

Segundo a Guarda Municipal, mais de oito mil infrações foram registradas neste ano; ações geram prejuízos

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Foto: Reprodução
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São recorrentes os casos em que veículos, ao estacionarem em locais proibidos, acabam impedindo o tráfego de pedestres e cadeirantes, e bloqueiam as garagens de estabelecimentos comerciais. Os flagrantes são comuns no município de Vila Velha. 

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Segundo a Guarda Municipal do município, mais de oito mil infrações foram registradas neste ano. Entre as multas estão: estacionar em local proibido, não usar cinto de segurança e motociclistas sem usar capacete. 

Em entrevista ao Cidade Alerta da TV Vitória/ Record TV, o Inspetor Geral da Guarda Municipal de Vila Velha, Thiago Nylander, explica que, após a localização da infração, os motoristas vão receber uma notificação, infração e a multa. 

"Após todos os procedimentos, de acordo com a quantidade de multas será gerada uma penalidade. Essa pena pode ser desde a suspensão até mesmo a cassação da carteira de habilitação", ressalta. 

A Guarda Municipal garante que as fiscalizações são realizadas nas ruas de todo o município. "No nosso dia a dia realizamos ações diretamente nas ruas, mas também contamos com a utilização de 50 câmeras de segurança que auxiliam os trabalhos".

"São muitas dificuldades", destaca cadeirante 

Um motorista encontra estacionamento lotado e para em uma vaga de pessoa portadora de necessidades especiais. Ou que para em um lugar que não é  estacionamento. Essas situações são comuns nas grandes cidades e, além de serem infrações, também são consideradas falta de educação no trânsito. 

Quem sente na pele os desafios do dia a dia, são os indivíduos como a cadeirante Vanuza Carlos Lima. Em entrevista, ela narra que além dos desafios com desníveis, motoristas que estacionam em rampas e em vagas destinadas para pessoas com necessidades especiais, também escuta respostas grosseiras. 

"Por mais que eles vejam que a calçada tem uma acessibilidade para o cadeirante subir, se você pede para mudarem o carro, os motoristas ainda são grossos. Peço mais respeito", finaliza. 

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