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Criminoso invade empresa e gera prejuízo de R$ 1,1 mil em Vila Velha

O caso aconteceu na madrugada desta quinta-feira (18), no bairro de Nova Itaparica

Folha Vitória|

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Um empresário teve o estabelecimento invadido e diversos materiais furtados na madrugada desta quinta-feira (18), em Nova Itaparica, Vila Velha. Ao todo, foi causado um prejuízo de mais de R$ 1,1 mil e o suspeito não foi localizado.

A empresa de cortes a laser possui câmeras de segurança que gravaram a ação do criminoso. De acordo com as imagens, o rapaz chega ao local de bicicleta, olha ao redor e tenta arrombar a grade do estabelecimento. 

Logo depois, o invasor consegue abrir a porta e entra na organização. Após alguns minutos, as gravações ainda mostram o suspeito fugindo com o equipamento furtado. O empresário, que preferiu não se identificar, soube do crime somente ao chegar para trabalhar. 

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"Vim para cá por volta de umas 14h. Na hora que parei a bicicleta, percebi que a porta de vidro estava arrombada e os parafusos da fechadura estavam soltos. Aí já imaginei que alguém havia feito a limpa aqui dentro, porque tinham coisas de valor que eu precisava para trabalho", contou.

Suspeito quebrou cadeados e teve acesso aos cômodos da empresa

A vítima contou ainda que o criminoso arrombou a porta do imóvel utilizando uma ferramenta. Em seguida, ele teria quebrado a janela para ter acesso ao interior do estabelecimento, indo diretamente de encontro aos materiais. 

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Além de uma parafusadeira, o suspeito furtou também a tela do computador da empresa e um compressor de ar de uma máquina de cortes. Sem o funcionamento da máquina, o trabalhador levou um prejuízo ainda maior. 

"Eu já tinha pedidos para entregar, mas precisei estornar a entrada do cliente. Agora vou ter que correr atrás de grade, fechadura nova. A máquina parada só me dá prejuízo, não consigo atender a demanda", explicou o empresário. 

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Além da máquina, o proprietário contou que ainda terá de suprir a parafusadeira, o compressor e grades de seguranças, acrescentando mão de obra. O prejuízo preocupa e já passa de R$ 1,1 mil. 

"Nós ficamos revoltados porque sabemos que a polícia faz o dever, prende, mas as leis não ajudam. Entendo o lado da polícia que prende, mas a justiça não mantém preso. Fico revoltado pela ousadia, se foi fácil vai querer voltar, tenho que me preparar com a questão de segurança", desabafou o empresário.

*Com informações da repórter da TV Vitória / Record TV, Gabriela Valdetaro. 

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