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PF faz operação contra grupo suspeito de lavar dinheiro em lotéricas de MT; veja imagens

Segundo as investigações, objetivo era encobrir recursos do tráfico de drogas e de suposto esquema de corrupção

Cidades|Rafaela Soares, do R7, em Brasília

Penas podem chegar a 10 anos de prisão
Penas podem chegar a 10 anos de prisão Penas podem chegar a 10 anos de prisão (Divulgação/Polícia Federal do Mato Grosso)

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (6) uma operação contra um grupo suspeito de utilizar lotéricas do Mato Grosso para lavar dinheiro do tráfico de drogas e esquemas de corrupção. Os agentes cumpriram 10 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de bens até limite de R$ 106 milhões. Caso condenados, os alvos podem pegar penas de 3 a 10 anos de prisão. A ação contou com o apoio da Receita Federal.

As investigações mostram que os valores apresentados nas lotéricas eram incompatíveis com o patrimônio declarado pelos depositantes. "Na dinâmica do esquema de lavagem desses capitais, verificou que era comum que os saques desses valores fossem realizados no mesmo dia ou nos dias imediatamente seguintes aos depósitos, com o objetivo de dificultar o rastreamento pelas autoridades competentes", explicou a PF.

As lotéricas eram localizadas nos municípios de Várzea Grande (MT), Vila Bela da Santíssima Trindade (MT) e Pontes e Lacerda (MT). Em um dos estabelecimentos, os agentes federais apreenderam R$ 96.659 em espécie.

Dinheiro foi encontrado em casa lotérica de Pontes e Lacerda (MT)
Dinheiro foi encontrado em casa lotérica de Pontes e Lacerda (MT) Dinheiro foi encontrado em casa lotérica de Pontes e Lacerda (MT) (Divulgação/Polícia Federal do Mato Grosso)

Dentre os investigados, há alvos de operações anteriores da PF. São elas:

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Operação Ararath: investigou um suposto esquema de corrupção, que contava com a participação de integrantes da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso;

Operação Hybris: deflagrada para coibir a distribuição de drogas na região de fronteira com a Bolívia, em esquema de tráfico internacional de cocaína.

Segundo a PF, a apreensão de bens e valores segue as diretrizes de descapitalização do crime organizado, além de contribuir para a completa identificação dos envolvidos e beneficiários da lavagem de capitais.

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