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Alguns clubes citados em processo da ‘Gol de Placa’ não existem ou estão inativos

Entre a lista dos clubes processados pelo Ministério Público, que aponta fraude no Programa Gol de Placa com prejuízos ao erário de mais de R$ 12,8 milhões, tem agremiações que não existem mais e outras que não estão em atividade no momento. De acordo com a lista, o Lucena Esporte Clube tem um débito atualizado […]

Portal Correio|

Foto: Imagem ilustrativa/André Borges/Agência Brasília/Fotos Públicas

Entre a lista dos clubes processados pelo Ministério Público, que aponta fraude no Programa Gol de Placa com prejuízos ao erário de mais de R$ 12,8 milhões, tem agremiações que não existem mais e outras que não estão em atividade no momento.

De acordo com a lista, o Lucena Esporte Clube tem um débito atualizado no valor de R$ 205.040,85. Enquanto que o Paraíba Esporte Clube terá que devolver aos cofres públicos a quantia de R$ 497.997,64. Mas estes dois clubes não existem mais, se transformaram em São Paulo Crystal e Serra Branca, respectivamente.

O Atlético de Cajazeiras que deve o total de R$ 959.047,47 e o Santa Cruz de Santa Rita tem uma dívida com o Estado de R$ 263.019,14. Os dois clubes não estão em atividade atualmente. O Atlético foi rebaixado para a Segunda Divisão e o Santa Cruz não disputa competições oficiais a mais de cinco anos.

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Agremiações se manifestam

Alguns dirigentes dos outros clubes citados no processo do Ministério Público da Paraíba se manifestaram. O presidente do Sousa, Aldeone Abrantes afirmou “Vamos ter acesso aos autos para sabermos realmente do que estamos sendo acusado”.

O presidente do Botafogo-PB, Alexandre Cavalcanti, garantiu que ainda não tinha se informado oficialmente. “Não tomei conhecimento ainda. Mas quem pode se pronunciar é o advogado do clube”.

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Posteriormente, em nota, o clube afirmou que ainda não tem conhecimento da ação e que vai aguardar a citação para elaborar resposta e tomar alguma iniciativa. “O Belo teve a sua prestação de contas rigorosamente aprovada, sem qualquer nota de desvio dos recursos provenientes do Programa ‘Gol de Placa’, que é de extrema relevância para a sobrevivência do futebol na Paraíba”, completou o clube.

O representante do CSP, Josivaldo Alves, não concorda com algumas acusações generalizadas e promete estudar o processo para mostrar o direito do CSP, que procurou seguir as determinações do programa do governo.

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Enquanto que, o Campinense Clube através do seu presidente Danylo Maia, “só pronunciamos diante de nova formalização. Nosso departamento jurídico está ficando a par de tudo”, afirmou o presidente Danylo Maia.

Mas o diretor jurídico do clube rubro-negro afirmou “O Campinense ainda não foi citado no processo. Quando formos formalmente notificados, nos posicionaremos nos autos”, afirmou advogado, Rembrandt Asfora.

O Portal Correio não conseguiu contato com os dirigentes de Auto Esporte, Desportiva Guarabira, Esporte de Patos, Internacional, Miramar, Nacional de Patos, Santa Cruz, Serrano e Treze.

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