Portal Correio Seis em cada dez paraibanos pretendem presentear no Dia das Crianças, diz Fecomércio

Seis em cada dez paraibanos pretendem presentear no Dia das Crianças, diz Fecomércio

Seis em cada dez paraibanos pretendem presentear no Dia das Crianças, segundo pesquisa realizada pela Fecomércio. De acordo com o presidente da entidade, Marconi Medeiros, o 12 de outubro é um importante termômetro para as vendas do final do ano. “Iniciando o último trimestre, as vendas para o Dia das Crianças servem de parâmetro indicando […]

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Foto: Pixabay

Seis em cada dez paraibanos pretendem presentear no Dia das Crianças, segundo pesquisa realizada pela Fecomércio. De acordo com o presidente da entidade, Marconi Medeiros, o 12 de outubro é um importante termômetro para as vendas do final do ano.

“Iniciando o último trimestre, as vendas para o Dia das Crianças servem de parâmetro indicando como deve ser a movimentação do comércio no Natal. Os empresários e a sociedade estão confiantes de que teremos bons resultados nestes últimos meses do ano”, destacou.

O estudo mostrou que quem mais receberá os presentes serão os filhos (52,27%), em seguida, vêm os sobrinhos (27,84%) e os netos (18,75%). Destaca-se ainda o fato de que 3,41% dos entrevistados querem presentear crianças em situação de vulnerabilidade social.

A maior parte dos consumidores planeja comprar um ou dois presentes.

A pesquisa foi realizada no período de 14 a 27 de setembro de 2021 com 300 consumidores na Região Metropolitana de João Pessoa.

Presentes preferidos

O item mais escolhido para presentear será brinquedo, citado por 82,39% dos entrevistados. Logo depois aparecem itens de vestuário (27,84%) e eletroeletrônicos (10,80%). Neste último, os destaques ficaram por conta dos aparelhos de vídeo game (57,89%) e smartphones (36,84%).

Gastos e formas de pagamento

Em relação ao valor médio, os entrevistados pretendem gastar em torno de R$ 176,51. A maioria deve comprar presentes com valores de até R$ 100. Em seguida, aparecem os que pretendem gastar até R$200 (36,36%). Os que estão dispostos a comprar presentes com valores acima de R$800,00 formam apenas 0,57% do total de entrevistados.

Para pagar os presentes, a maior parte dos respondentes afirmaram que irão comprar à vista, destes, a maioria (84,68%) utilizará o dinheiro em espécie e 15,32% irá realizar as compras através de débito em conta. Por outro lado, 36,57% irão comprar a prazo e a maior parte destes usarão o cartão de crédito (96,88%), sendo que a maioria pretende parcelar em três vezes.

“Neste tópico, é importante destacar que essa forma de pagamento está diretamente ligada aos descontos que os empresários irão oferecer”, alerta a Fecomércio.

Período e local de compras

A maior parte dos respondentes (68,75%) tem a intenção de comprar o presente exatamente na semana que antecede a data comemorativa na expectativa que haja uma maior redução nos preços dos produtos. Já um percentual de 20,45% antecipou as compras dos presentes para setembro e 10,80% pretendem comprar na véspera da data comemorativa.

Os locais preferidos para realizar a compra são os shoppings centers, citado por 44,00% dos consumidores. Em segundo lugar, aparecem as lojas localizadas no Centro de João Pessoa (37,14%), seguidas pelas lojas localizadas nos bairros da Capital (13,71%). Um grupo de 12% informou que fará as compras pelo comércio eletrônico.

Comportamento e situação financeira do consumidor

O estudo procurou saber a forma utilizada pelos consumidores para comprar os presentes. A maioria (68,49%) pretende fazer pesquisa de preço e, em seguida, 39,73% querem comprar presentes com preços mais acessíveis. Um grupo de 8,90% de entrevistados vai comprar presente em conjunto com familiares e 8,22% pretendem comprar presentes com preços mais elevados.

A pesquisa também aponta uma avaliação feita pelos consumidores da sua situação financeira neste momento em relação a que tinha no ano passado. Do total, 46,76% informaram que a situação financeira continuava sem alteração, ou seja, a mesma que tinha em 2020. Já um percentual de 37,88% afirmou estar com os rendimentos menores este ano. Entre estas pessoas, 65,77% estão com orçamento apertado, 18,92% estão desempregados, 18,02% estão endividados, 15,32% citaram a perda do poder de compra pela elevação dos preços nos produtos e 5,41% não se sentem seguros no emprego.

Em sentido oposto, 24,23% afirmaram que estão com a situação financeira melhor este ano, destes 49,30% estão com renda maior, 26,76% se sentem mais seguros no emprego, 12,68% conseguiram voltar para o mercado de trabalho e 11,27% conseguiram quitar as dívidas.

Neste quesito, os entrevistados poderiam marcar mais de uma alternativa como resposta, por esta razão, a soma das respostas ultrapassa 100%.

Perfil do consumidor

A maioria dos consumidores ouvidos pela pesquisa é do sexo feminino (54,27%). Em relação ao estado civil, os casados ou em regime de união estável (46,76%) aparecem em maioria, seguidos pelos solteiros com 41,30%. Os entrevistados têm, em sua maioria, entre 26 e 36 anos (28,67%), seguidos por aqueles com idades entre 37 e 47 anos (24,23%). A maior parte dos entrevistados possui Ensino Médio completo (32,42%), logo após vêm os que possuem superior completo (27,99%) e superior incompleto (14,68%).

No que diz respeito à faixa de renda, os que recebem até dois salários mínimos aparecem na frente, com 54,95% do total, em seguida aparecem os que ganham entre dois e quatro salários. O menor número de entrevistados tem renda maior que 10 salários mínimos (1,02%).

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