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Expectativa de inflação para 2022 sobe a 5,91%

Quinta alta consecutiva da projeção ocorre com fim do ciclo de deflações e faz índice oficial se distanciar da meta do governo

Economia|Do R7

Analistas elevaram aposta de alta dos preços também para 2023
Analistas elevaram aposta de alta dos preços também para 2023 Analistas elevaram aposta de alta dos preços também para 2023

A volta da inflação para o campo positivo fez os analistas do mercado financeiro elevarem, pela quinta semana consecutiva, as expectativas para o índice oficial de preços ao final de 2022, mostam dados divulgados nesta segunda-feira (28) pelo BC (Banco Central), a partir de estimativas apresentadas pelo mercado financeiro.

A previsão atual é de que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) encerre o ano em 5,91%, ante alta prevista de 5,88%. Há quatro semanas, a expectativa era de um salto de 5,61% nos 12 meses, finalizados no próximo dezembro.

Para novembro, a previsão é de alta dos preços na casa de 0,51%. Já em dezembro, os analistas projetam avanço de 0,56% do índice oficial de preços, alta inferior à prevista há quatro semanas, de 0,68%.

As expectativas mostram um distanciamento da inflação oficial para a meta estabelecida pelo governo para o período, de 3,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto (de 2% a 5%). Para 2023, a previsão para o índice oficial de preços subiu de 5,01% para 5,02%. Ao mesmo tempo, as projeções para 2024 e 2025 permaneceram estáveis em 3,5% e 3%, respectivamente.

Juntamente com as novas projeções, a aposta na cotação do dólar na chegada de 2023 saltou para R$ 5,27. Para os preços administrados, como energia e combustíveis e planos de saúde, a expectativa voltou a subiu e passou para uma queda estimada em 3,55% neste ano, resultado motivado pela isenção de impostos sobre os combustíveis e a energia elétrica.

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