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Vendas do comércio aumentam 0,9% em abril, quarta alta seguida

Trajetória positiva coloca o setor varejista em patamar 4% acima do registrado no período pré-pandemia, mostra IBGE

Economia|Do R7

Venda de tecidos, vestuário e calçados cresceu 1,7% no mês
Venda de tecidos, vestuário e calçados cresceu 1,7% no mês Venda de tecidos, vestuário e calçados cresceu 1,7% no mês

Após fechar o primeiro trimestre de 2022 com alta de 1,6%, o volume de vendas do comércio varejista manteve a trajetória positiva e cresceu 0,9% em abril. Trata-se do quarto resultado positivo consecutivo do segmento, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com a variação apresentada pela PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) na comparação com o mês de março, o setor se mantém 4% acima do patamar pré-pandemia, mas ainda está abaixo do pico da série, atingido em outubro de 2020.

No acumulado do ano, o setor opera em um patamar 2,3% acima do registrado em dezembro. Na comparação com o mesmo mês de 2021, o varejo está em nível 4,5% superior. Para Cristiano Santos, gerente responsável pela pesquisa, o crescimento é consistente, porém desigual. 

Entre as atividades que estão acima do patamar pré-pandemia, destacam-se os artigos farmacêuticos (17,7%), materiais de construção (9,1%) e outros itens de uso pessoal e doméstico (7,3%). Abaixo do nível de fevereiro de 2020 ainda operam as lojas de equipamentos e material de escritório (-11,7%), móveis e eletrodomésticos (-10,7%), tecidos, vestuário e calçados (-8,6%).

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Na comparação com o mês de março, metade das oito atividades teve avanço no volume de vendas. No campo positivo, aparecem móveis e eletrodomésticos (2,3%), tecidos, vestuário e calçados (1,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,4%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,1%).

Por outro lado, perderam espaço as vendas de combustíveis e lubrificantes (-0,1%), híper e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-1,1%), livros, jornais, revistas e papelaria (-5,6%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-6,7%). 

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“O resultado pendeu para o positivo influenciado pelo crescimento de tecidos, vestuário e calçados e móveis e eletrodomésticos. Híper e supermercados tiveram queda, mas as atividades que cresceram têm peso alto também”, explica Santos.

No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas apresentou aumento de 0,7% ante março. No mês, tanto a atividade de veículos, motos, partes e peças (-0,2%) quanto a de materiais de construção (-2%) tiveram resultados negativos.

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