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Organizar, buscar referências e empreender: veja dicas para ser um 'studygrammer' de sucesso 

R7 conversou com influenciadores da área que resolveram fazer dos seus perfis na rede social uma fonte de dinheiro

Educação|André Barbeiro e Mariana Pacheco, do R7

Mulher estuda com a ajuda de um computador: mídias digitais se tornaram aliadas
Mulher estuda com a ajuda de um computador: mídias digitais se tornaram aliadas Mulher estuda com a ajuda de um computador: mídias digitais se tornaram aliadas

Perfis do Instagram dedicados à rotina de estudos, também conhecidos como studygrammers, têm ganhado visibilidade entre o público universitário e vestibulando. O R7 conversou com alguns influenciadores dessa área, que falaram principalmente sobre como manter uma rotina proveitosa.

Larissa Quintanilha, 21 anos, cria conteúdo desde 2021, quando foi aprovada em administração na Universidade Federal Fluminense (UFF). Ela tem 135 mil seguidores e diz se considerar "bem-sucedida" na meta de ajudar quem deseja passar no vestibular.

"Isso me motivou a postar cada vez mais e, hoje em dia, tornou-se meu trabalho. Faço dinheiro com a criação de conteúdo por meio de publicidades e da monetização das plataformas. E ainda é muito gratificante poder ajudar as pessoas a atingirem seus objetivos", comenta.

Lucas Bravo, com mais de 110 mil fãs, começou alguns anos antes de Quintanilha, em 2017. Mas foi em 2019 que decidiu investir mesmo no perfil. Além do Instagram, ele possui uma conta no YouTube. Depois, ainda se dedicou à fundação de uma papelaria digital em parceria com outra studygrammer, Luana Carolina.

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Rotina e método

"Precisa de organização para manter a constância. Tento postar uma vez por dia em cada rede social", explica Quintanilha, que também grava dicas diárias para suas contas no TikTok e no Instagram. Os conteúdos são produzidos na parte da manhã e editados à tarde.

Identificação do público-alvo

A influenciadora diz que identificar a quem as postagens são dirigidas é essencial. "Saber exatamente quem são seus seguidores e o que eles estão buscando. É assim que você consegue entender quais são os conteúdos mais relevantes."

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Seguir outros 'studygrammers'

Bravo diz ter sido um dos pioneiros no Brasil. "Não conhecia ninguém aqui que falasse sobre estudos. Então, criei uma conta, que na época não tinha nem o meu nome, porque eu tinha vergonha. Comecei a tirar fotos dos resumos e decidi postar, mas sem ninguém sabia que era eu", continua.

Ele afirma que, em 2017, apenas contas estrangeiras faziam sucesso e explica que procurou usá-las como inspiração para produzir o próprio conteúdo.

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Em 2018, ganhou 500 seguidores em apenas um dia, quando um perfil de Portugal divulgou seus posts. Mas Bravo conta que o boom mesmo aconteceu em fevereiro de 2019, quando começou a mostrar seu rosto e a fazer mais publicidade. E diz que o investimento o ajudou a conquistar a independência financeira.

Empreender depois do 'studygram'

Bravo fala que a parceria com Luana Carolina, 22 anos, surgiu durante uma conversa em um churrasco. "Eu e a Luana tínhamos um contrato com uma marca de cadernos. Ele terminou, mas percebemos que tínhamos mercado. Então, ela me convidou para entrar como sócio investidor da ideia dela", conta.

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Influências

Entre os perfis de studygrammers estrangeiros que fazem sucesso está o @waystostudy, que apresenta a rotina de estudos e organização de uma estudante da Holanda. A conta mostra, além do dia a dia de uma aluna esforçada, os exercícios que ela pratica e sua preocupação com a alimentação.

Confira outros studygrammers de sucesso

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*Estagiários sob a supervisão de Vivian Masutti

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