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Após matéria sobre Crivella, Veja é criticada: "desserviço" e "jogo baixo"

Internautas usaram as redes sociais para manifestar repúdio pela abordagem da revista

Rio de Janeiro|Do R7

Nas redes, a revista é acusada de usar um caso antigo de forma sensacionalista na tentativa de ajudar o rival de Crivella
Nas redes, a revista é acusada de usar um caso antigo de forma sensacionalista na tentativa de ajudar o rival de Crivella Nas redes, a revista é acusada de usar um caso antigo de forma sensacionalista na tentativa de ajudar o rival de Crivella

Após a divulgação da reportagem de capa da revista Veja deste fim de semana — a edição exclusiva para o Estado do Rio de Janeiro apresenta uma foto que teria sido “escondida” por 26 anos do candidato do PRB à Prefeitura do Rio, Marcelo Crivella — a revista passou a ser acusada de usar um caso antigo de forma sensacionalista na tentativa de ajudar Marcelo Freixo (PSOL), rival de Crivella na corrida eleitoral.

Leitores do site O Antagonista, por exemplo, criticaram a publicação com comentários como: "A Veja está querendo enterrar de vez o Estado do Rio de Janeiro", "[Freixo] está usando a presepada da 'Nova Veja' a seu favor". O próprio site considerou a reportagem "uma porcaria". O texto com as críticas foi compartilhado centenas de vezes e mais de 200 comentários foram registrados. 

Além disso, internautas também classificaram a matéria como um "desserviço" e como uma jogada para vender mais edições, uma vez que a capa não contextualiza o caso da foto: "jogo baixo", disparou outro leitor.

Na noite de sexta-feira (21), a campanha de Crivella emitiu nota sobre a reportagem, em que o senador aparece em fotos tiradas após ser detido em 1990.

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O comunicado diz que, “na ocasião, Crivella, como engenheiro, tentou entrar em um terreno da Igreja Universal que tinha sido invadido em Laranjeiras. Na confusão, acabou sendo levado para a delegacia, onde o delegado mandou fazer as fotos para identificá-lo”.

De acordo com a campanha de Crivella, “a única investigação aberta foi para investigar o abuso de poder do delegado. O senador nunca foi preso". O próprio Marcelo Crivella gravou um vídeo para explicar o caso publicou nas redes sociais.

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