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Foto de Crivella usada pela Veja pode ter sido prática equivocada da Polícia Civil, diz jornal

Campanha de político informou que "delegado acabou investigado por abuso de poder"

Rio de Janeiro|Do R7

De acordo com a campanha de Crivella, “a única investigação aberta foi para investigar o abuso de poder do delegado"
De acordo com a campanha de Crivella, “a única investigação aberta foi para investigar o abuso de poder do delegado" De acordo com a campanha de Crivella, “a única investigação aberta foi para investigar o abuso de poder do delegado"

A imagem utilizada na capa da revista Veja desta semana pode ter sido fruto de uma “prática equivocada da Polícia Civil à época”.

De acordo com especialistas, a foto, que mostra o candidato à prefeitura do Rio de Janeiro Marcelo Crivella (PRB) fichado, não segue o que a constituição brasileira de 1988 estabelece que diz que mesmo em caso de prisão em flagrante só deveria ser fichado quem não tivesse registro civil em mãos ou legível, ou ainda quem tivesse identidade falsificada.

As informações foram publicadas pelo Extra na noite deste sábado (22).

Segundo o criminalista Bernardo Braga, ouvido pela publicação , “a identidade criminal ‘é exceção, não a regra’. Quem tem documento civil íntegro, segundo ele, não deve ter de ser fotografado pela Polícia Civil”.

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Para o professor, neste caso não poderia ter sido feita a identificação nem mesmo em caso de prisão.

Outro especialista ouvido pela reportagem, Breno Melaragno, presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB/RJ “ressaltou que, em 1990, a prática da identificação criminal era ilegal, ‘a menos que ele [Crivella] não portasse nenhum documento de identidade’”. Melaragno completa: “Ou ele estava sem identidade ou o delegado da época tomou uma atitude ilegal, o que não era incomum”.

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'Delegado acabou investigado por abuso de poder', diz campanha de Crivella sobre capa de revista

Na noite de sexta-feira, a campanha de Crivella emitiu nota sobre a reportagem. O comunicado diz que, “na ocasião, Crivella, como engenheiro, tentou entrar em um terreno da Igreja Universal que tinha sido invadido em Laranjeiras. Na confusão, acabou sendo levado para a delegacia, onde o delegado mandou fazer as fotos para identificá-lo”.

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Inclusive, de acordo com a campanha de Crivella, “a única investigação aberta foi para investigar o abuso de poder do delegado. O senador nunca foi preso". O próprio Marcelo Crivella gravou um vídeo para explicar o caso publicou nas redes sociais.

Assista ao vídeo que Marcelo Crivella publicou no Facebook sobre o caso:

Not a Dailymotion video URL.

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