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F-1: 5 coisas que aprendemos no sábado do GP do Canadá

A Mercedes saiu do zero em 2024 e cravou uma pole improvável com George Russell no Canadá. Com direito a um inóspito empate no tempo...

Estadão Conteúdo|Do R7

A Mercedes saiu do zero em 2024 e cravou uma pole improvável com George Russell no Canadá. Com direito a um inóspito empate no tempo de volta com Max Verstappen, o inglês, neste sábado, 8, aproveitou-se de um carro surpreendentemente bem acertado dos prateados, bem adaptado ao traçado de Montreal e às temperaturas na casa dos 20ºC.

Apesar do azar de ter registrado a volta depois de Russell e, por isso, ficado com o segundo lugar do grid, Verstappen chega forte para a corrida canadense, tendo superado os adversários diretos na classificação. A McLaren domina a segunda fila, com Lando Norris na frente de Oscar Piastri.

Clima ameno? Curvas de baixa? Mercedes descobre solução dos problemas

A Mercedes descobriu exatamente a janela em que o problemático W15 parece funcionar: numa temperatura amena, em pista com bons pontos travados. Tal qual na Hungria ultimamente, o time prateado que tanto tem apanhado das rivais mais fortes conseguiu aparecer no Canadá e, desde os treinos livres, dava sinais de força. O sétimo lugar de Hamilton decepciona, mas a pole de Russell foi um alento tremendo. Não é para achar que a chave virou e que a temporada agora vai ser outra, mas dá para desfrutar do momento. E tentar aprontar no domingo, claro. Ao menos pelo primeiro pódio do ano.

Verstappen leva Red Bull nas costas e chega favorito ao domingo

O sábado foi mais um episódio de Verstappen tirando mais do que a Red Bull atualmente tem a oferecer. Mesmo assim, é justo dizer também que os austríacos estavam bem mais competitivos que em algumas das etapas anteriores, o carro estava ali, de certa forma. O que pega é que o renovado Pérez nem do Q1 passou, só para escancarar mais a ‘Verstappendependência’ do time. Diante disso tudo, porém, o que fica é um Max ligeiramente favorito à vitória, já que a Mercedes ainda é uma incógnita e o neerlandês tem dado aulas e palestras de largada em 2024.

McLaren bate na trave e surge em posição de ataque no Canadá

A pole escapou por muito pouco tanto para Norris quanto para Piastri, mas a McLaren está vivíssima e sabe que a vitória é chance real em Montreal. Dominando a segunda fila, os laranjinhas podem comandar a estratégia da prova se tiverem bons ritmos no domingo. E tem mais: o calvário da Ferrari tem de fazer a McLaren sorrir ainda mais, afinal, é ali o primeiro confronto dela.

Ferrari faz dança da chuva: só assim pode sonhar com algo

Largando em 11º e 12º, só a chuva pode salvar a Ferrari de verdade no Canadá. O ritmo do fim de semana está estranhíssimo e os italianos se enrolaram totalmente na classificação. Com as rivais na frente e até as assanhadas RB e Aston Martin pelo caminho, a recuperação será bastante longa. Numa pista estreita e travada dessas, provavelmente, só chuva.

RB e Aston Martin dão sinal de vida e projetam briga interessante na meiuca

Falando em RB e Aston Martin, que briga legal que as duas projetam, hein? No campeonato, a RB cresce a olhos vistos pelas mãos de Tsunoda e a rival, com uma queda considerável de Alonso, foi perdendo força. No Canadá, as duas parecem relativamente fortes e Ricciardo e Stroll também apareceram para o jogo. Vem confronto direto pelo quinto lugar do Mundial no circuito Gilles Villeneuve.

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