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Você comeria? Família dona de restaurante cozinha restos da mesma sopa há quase 50 anos

O estabelecimento tailandês Wattana Panich já ganhou prêmios e recebeu avaliações muito positivas de especialistas

Hora 7|Do R7

"Sopa eterna" do restaurante Wattana Panich é cozida há 47 anos
"Sopa eterna" do restaurante Wattana Panich é cozida há 47 anos "Sopa eterna" do restaurante Wattana Panich é cozida há 47 anos

Não é nada incomum comer sobras de alimentos do dia anterior, certo? Mas você comeria um prato que está sendo reaproveitado há quase meio século? Um restaurante na Tailândia ficou famoso por preparar uma sopa com os mesmos restos de ingredientes por três gerações.

O estabelecimento, chamado Wattana Panich, fica localizado em Bangkok e atrai diversos turistas que estão querendo provar a chamada "sopa eterna", que está sendo cozida há mais de 47 anos.

O restaurante já recebeu diversos prêmios e viralizou por conta da famosa sopa de carne, preparada pela família Nattapong.

Preparada em uma enorme panela, a sopa não tem uma receita com medidas corretas. "Nunca fazemos a sopa nova, nós guardamos todas as noites e adicionamos novos ingredientes e água à ela todos os dias", explicou Kaweenuntawong Nattapong, dono do restaurante ao Insider. 

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A sopa conta com carnes de diversos animais, como bois, búfalos e bodes, além de ossos e tripas. Ainda segundo Kaweenuntawong, a sopa fica constantemente em fogo baixo. 

Frente do restaurante que serve a "sopa eterna"
Frente do restaurante que serve a "sopa eterna" Frente do restaurante que serve a "sopa eterna"

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O prato, que custa em média R$ 14 feito, recebe elogios nas redes sociais e também foi aprovado por jornalistas que visitaram o restaurante. 

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"Se você for um dia a Bangkok, eu recomendo fortemente experimentar o Wattana Panich. A sopa merece seu status lendário. Eu saí de lá desejando que a família Kaweenuntawong nunca deixe de cozinhá-la", escreveu a jornalista Marielle Descalsota.

"Apesar de sempre ter uma fila de moradores locais, entregadores e turistas curiosos tirando armados com suas câmeras (e fotografando aquela grande panela fervendo), a fila se move relativamente rápido e eu consegui me sentar em 10 minutos", contou o blogueiro Daniel Ang, do Daniel Food Diary. 

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