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Alemanha quer nova rodada de negociações para tirar a Ucrânia da crise 

Primeiro acordo firmado em Genebra não surtiu efeito e a situação piorou na região

Internacional|

Manifestantes pró-Rússia cercaram, no domingo, prédios públicos em Odessa, na Ucrânia
Manifestantes pró-Rússia cercaram, no domingo, prédios públicos em Odessa, na Ucrânia Manifestantes pró-Rússia cercaram, no domingo, prédios públicos em Odessa, na Ucrânia

O ministro alemão das Relações Exteriores, Frank-Walter Steinmeier, pediu neste domingo (4) uma segunda conferência de Genebra para tentar tirar a Ucrânia da crise, em uma entrevista concedida à televisão pública alemã ARD.

"Peço depois destas últimas horas, de várias conversas — com a OSCE, com (a chefe da diplomacia da União Europeia Catherine) Ashton, e também com (o secretário de Estado americano John) Kerry e (o ministro russo das Relações Exteriores Serguei) Lavrov — que uma segunda conferência de Genebra seja realizada", disse Steinmeier.

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Em meados de abril, Ucrânia, Rússia, Estados Unidos e União Europeia, concluíram um acordo na cidade suíça para tentar reduzir a tensão na Ucrânia, e retomar a estabilidade política e econômica do país.

Mas esse texto não foi respeitado, e a situação piorou.

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Durante a segunda conferência, é necessário "que compromissos claros sejam enfim assumidos, de forma que possamos obter uma trégua neste conflito e encontrar, progressivamente, uma solução política. Qualquer outra atitude seria irresponsável, porque isso significaria apenas mais vítimas", explicou o ministro alemão.

Steinmeier reconheceu que a realização de eleições previstas para 25 de maio é uma meta cada vez menos realista, levando-se em conta os confrontos no leste do país e na cidade portuária de Odessa, no sul.

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"O tempo realmente é curto. Mas, para a Ucrânia, estas eleições acontecem em um momento muito importante (...) porque estamos em uma situação em que a legitimidade do poder atual e do presidente em exercício é contestada. Espero que o tempo seja suficiente para que as eleições possam ser organizadas, para que elas ocorram e, com isso, uma legitimidade mínima seja estabelecida", argumentou.

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