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Câmara dos EUA dá aval a acordo entre Biden e McCarthy para elevar teto da dívida

Projeto de lei será encaminhado para avaliação pelo Senado, cinco dias antes do prazo final do Departamento do Tesouro

Internacional|

O líder da maioria republicana na Câmara, Kevin McCarthy
O líder da maioria republicana na Câmara, Kevin McCarthy O líder da maioria republicana na Câmara, Kevin McCarthy

A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos deu aval nesta quarta-feira (31) um acordo entre o presidente do país, Joe Biden, e o líder da maioria republicana na Casa, Kevin McCarthy, para aumentar o teto da dívida pública em troca de alguns cortes nos gastos públicos.

O projeto de lei será encaminhado para avaliação pelo Senado, cinco dias antes do prazo final do Departamento do Tesouro, após o qual o país poderia dar calote no pagamento de suas dívidas pela primeira vez na história

Uma grande maioria de congressistas dos partidos Democrata e Republicano votou a favor da medida, depois que vários conservadores da ala mais extremista desse último partido rejeitaram a iniciativa, alegando que ela não faz o suficiente para limitar os gastos.

O placar final foi de 314 votos a favor (165 de democratas e 149 de republicanos) e 117 contra (46 de democratas e 71 de republicanos). Além disso, dois membros de cada partido não votaram.

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Em um discurso antes da votação, o presidente da Câmara, Kevin McCarthy, incentivou seus colegas de partido a votar a favor da medida, que ele chamou de "o maior corte de gastos da história americana".

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"Os contribuintes economizarão cerca de US$ 2,1 bilhões. E, pela primeira vez em mais de uma década, o Congresso gastará menos no próximo ano do que neste", afirmou.

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Se aprovada no Senado, de maioria democrata, e assinada por Biden, a medida elevará o teto da dívida pelos próximos dois anos, ou seja, até depois da próxima eleição presidencial.

Em troca, a Casa Branca se compromete a reduzir os níveis de gastos e a introduzir alguns requisitos para programas de ajuda alimentar e assistência a famílias vulneráveis.

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Além disso, parte do aumento do Tesouro anteriormente aprovado pelos democratas será reduzida, e a tramitação de projetos de infraestrutura será acelerada.

A aprovação do acordo no Congresso é crucial para que o país não fique inadimplente com sua dívida pública, já que o teto da dívida - limite legal do dinheiro que os EUA podem tomar emprestado para cumprir seus compromissos - foi atingido em janeiro.

Os legisladores têm até 5 de junho para aprovar a medida em ambas as câmaras, data em que o Departamento do Tesouro estima que o país esgotará suas reservas.

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