Internacional Cerca de 3.500 civis ucranianos se recusam a deixar Bakhmut

Cerca de 3.500 civis ucranianos se recusam a deixar Bakhmut

Município tinha 84.000 habitantes e grande maioria aceitou evacuar ano passado; grupo menor insiste em ficar

Agência EFE
Pelo menos 3.500 cidadãos continuam tentando viver normalmente em Bakhmut, uma das áreas mais afetadas pela guerra

Pelo menos 3.500 cidadãos continuam tentando viver normalmente em Bakhmut, uma das áreas mais afetadas pela guerra

Dimitar Dilkoff/AFP - 27.2.2023

Cerca de 3.500 civis ucranianos se recusam a deixar a cidade de Bakhmut, localizada no leste da Ucrânia e cenário há meses dos combates mais intensos entre as forças ucranianas e russas, segundo informou o chefe da Administração Militar de Donetsk, nesta quinta-feira (23).

As autoridades ucranianas fizeram todo o possível para convencer essas pessoas a evacuar o município, que tinha 84.000 habitantes antes de 24 de fevereiro de 2022, quando começou a invasão russa, mas a ideia de deixar a cidade continua sendo rejeitada.

Os civis que permanecem ali estão responsáveis por aproximadamente 32 menores, que vivem permanentemente nos abrigos para se protegerem dos combates, acrescentou o líder militar da província, Pavlo Kyrylenko, em uma coletiva de imprensa.

Por sua vez, a vice-primeira-ministra da Ucrânia, Iryna Vereshchuk, alegou ontem que o total de 10 crianças ainda vivem no epicentro de Bakhmut.

Kiev ordenou em 7 de março a evacuação total da população civil de Bakhmut, que possuia 4.000 civis, mas a maioria deles insistiu em permanecer em sua cidade, segundo os números revelados hoje por Kyrylenko.

A Rússia já domina parte da cidade de Bakhmut e suas tropas de assalto lideradas por mercenários do grupo Wagner continuam tentando tomar a parte que ainda está sob o controle das forças ucranianas, que começaram a lançar contraofensivas em alguns pontos

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