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Estado Islâmico assume autoria do ataque a mesquita no Afeganistão

Ação deixou ao menos 12 mortos e 35 feridos; atentado a bomba ocorreu contra a minoria xiita no mês sagrado do Ramadã 

Internacional|Da EFE

Soldados do EI colocaram uma maleta com explosivos em mesquita xiita no Afeganistão
Soldados do EI colocaram uma maleta com explosivos em mesquita xiita no Afeganistão Soldados do EI colocaram uma maleta com explosivos em mesquita xiita no Afeganistão

O grupo jihadista Estado Islâmico reivindicou nesta quinta-feira (21) o atentado contra uma mesquita xiita no norte do Afeganistão, que deixou, ao menos, 12 mortos e 35 feridos, de acordo com informações preliminares.

"Os soldados do califado colocaram uma maleta bomba dentro de um templo em Mazar-e-Sharif, em um momento que havia uma multidão no tempo", aponta comunicado difundido pela organização terrorista pelo Telegram.

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De acordo com o EI, foram mais de 100 mortos e feridos na ação, sem que tenham sido apontados números precisos de cada ocorrência.

Ataque

O atentado com explosivos em uma mesquita xiita no norte do Afeganistão foi um novo ataque contra a minoria durante o mês sagrado do Ramadã.

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A explosão aconteceu por volta de meio-dia (horário local), quando acontecia oração tradicional no templo localizado na cidade de Mazar-e-Sharif, capital da província de Balkh.

O secretário de Informação e Cultura da província, Molavi Mohammad Norani, informou que a contagem inicial já apontava para dez mortes e 20 feridos. 

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Já o diretor do hospital regional Abu Ali Sina, Ghousuddin Anwari, indicou o registro de cinco mortes e de, ao menos 65 feridos, em entrevista à emissora de televisão local "Tolo".

Este é o segundo dia da semana com grande atentado contra a minoria xiita no Afeganistão.

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Na última terça-feira (19), aconteceram várias explosões em dois centros educacionais no bairro da minoria xiita hazara de Dashte Barchi, no oeste de Cabul, que deixou seis mortos e 25 feridos.

Nenhum grupo assumiu a autoria dos dois atentados, mas as ações são semelhantes a outras já reivindicadas pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI), que tem como principal alvos os xiitas, que considera apóstatas.

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