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Estados Unidos e Cuba prometem retomar o diálogo sobre segurança

País comunista e Washington vão discutir a questão da imigração em 2022, já que entrada de cubanos nos EUA bateu recorde

Internacional|Do R7

A prisão de Guantánamo, em Cuba, mas administarda pelos EUA, também deve ser discutida
A prisão de Guantánamo, em Cuba, mas administarda pelos EUA, também deve ser discutida A prisão de Guantánamo, em Cuba, mas administarda pelos EUA, também deve ser discutida

Uma delegação de alto nível dos Estados Unidos viajará em breve a Cuba para retomar o diálogo com o país comunista sobre questões de segurança, informou na quinta-feira (12) o Departamento de Estado. 

"Autoridades americanas e cubanas se reunirão este mês em Havana [...] para discutir questões de interesse bilateral na aplicação da lei em escala internacional", como o crime transnacional, disse um porta-voz do departamento sob condição de anonimato. 

O responsável não adiantou as datas do encontro, mas membros dos departamentos de Estado, Justiça e Segurança Interna vão integrar a delegação.

"O fato de participar desses diálogos demonstra o compromisso de manter um diálogo construtivo com o governo cubano quando for adequado, para promover os interesses dos Estados Unidos", acrescentou a fonte, antes de especificar que isso não seria feito "em detrimento dos direitos humanos".

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Washington e Havana retomaram o diálogo sobre a questão da imigração em 2022, em um momento de migração recorde de cubanos, muitos deles com destino aos Estados Unidos.

Em janeiro, a embaixada dos Estados Unidos em Havana voltou a emitir vistos para os cubanos que desejam se estabelecer em seu país.

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Mas uma "normalização" das relações com a ilha de governo comunista, que os Estados Unidos mantêm em uma lista de países que apoiam o terrorismo, não está na ordem do dia. 

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pôs fim à política de abertura a Cuba iniciada por seu antecessor, Barack Obama. 

Embora o presidente Joe Biden tenha prometido revisar a política dos EUA em relação a Cuba, ele endureceu sua posição após a repressão às manifestações antigovernamentais em julho de 2021 na ilha.

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