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Vice-prefeito de Mariupol diz que 1.300 morreram desde o início da invasão russa

Piotr Andriushchenko afirma que o objetivo do Exército russo é 'destruir totalmente a cidade' com bombardeios

Internacional|

Bombardeio em Mariupol atingiu hospital infantil da cidade
Bombardeio em Mariupol atingiu hospital infantil da cidade Bombardeio em Mariupol atingiu hospital infantil da cidade

Cerca de 1.300 moradores da cidade ucraniana de Mariupol, que está sitiada por tropas russas, foram mortos por bombardeios e ataques desde o início da invasão russa, há duas semanas, informou nesta quarta-feira (9) o vice-prefeito, Piotr Andriushchenko.

"Durante o período de bloqueio e genocídio da Federação Russa, já morreram 1.300 habitantes da cidade", escreveu Andriushchenko em sua página no Facebook, antes de acrescentar: "Lutaremos por cada um deles".

O vice-prefeito destacou ainda que os "ocupantes" russos "começaram a usar ativamente o bombardeio aéreo".

"Eles não escondem mais seu objetivo de destruir totalmente a cidade", lamentou.

Por outro lado, declarou que, apesar da guerra, o comando ucraniano continua coordenando com o Exército russo os "regimes de silêncio", armistícios periódicos para evacuar civis da cidade e entregar ajuda humanitária.

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