Logo R7.com
Logo do PlayPlus
JR 24H
Publicidade

Saiba como denunciar casos de assédio no transporte público

Em São Paulo, duas em cada três mulheres já sofreram algum tipo de assédio

Conteúdo Exclusivo|Do R7

O transporte público de São Paulo foi eleito em 2023, pelo quinto ano consecutivo, o local onde as mulheres mais correm risco de sofrer assédio, de acordo com uma pesquisa realizada pelo instituto Rede Nossa São Paulo. Pensando nesse problema, os metrôs e ônibus de diversas cidades do Brasil abriram canais em que as vítimas podem denunciar casos de assédio. Veja a seguir nas principais capitais do país:

Linhas de metrô da capital paulista disponibilizam canais de denúncia para vítimas de assédio
Linhas de metrô da capital paulista disponibilizam canais de denúncia para vítimas de assédio Linhas de metrô da capital paulista disponibilizam canais de denúncia para vítimas de assédio

Nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata, as vítimas podem contatar um segurança ou funcionário do metrô que esteja por perto. Também é possível realizar a denúncia via SMS pelo número (11) 97333-2252 informando o local da ocorrência, para que os agentes de segurança possam ir até a vítima e tentem, também, identificar o agressor. Pelo aplicativo do Metrô Conecta também é possível fazer a denúncia.

A ViaQuatro, concessionária responsável pela linha 4-Amarela do metrô, afirma que todos os colaboradores são treinados e orientados para acolher as vítimas e protegê-las. As passageiras podem ir até a SSO (Sala de Supervisão Operacional) para receber acolhimento e/ou reportar ocorrências, ou fazer contato por meio da Central de Atendimento, no telefone 0800-770-7100 ou pelo WhatsApp (11) 91277-6323.

Transporte público é o local onde as mulheres mais correm risco de sofrer assédio, segundo pesquisa Transporte público é o local onde as mulheres mais correm risco de sofrer assédio, segundo pesquisa

As mulheres que moram ou visitam a cidade do Rio de Janeiro, desde março de 2021, contam com o Programa Permanente de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio no Transporte Público, criado pela prefeitura carioca. O programa disponibiliza para as mulheres um serviço de notificação e informação específico para situações de importunação sexual em transportes públicos. O serviço funciona nos canais da Central de Atendimento ao Cidadão 1746 (telefone, portal, WhatsApp (21) 3460-1746.

Publicidade

O CMS (Centro de Monitoramento de Segurança) de Belo Horizonte monitora mais de 450 câmeras instaladas nas estações, via permanente, acessos e pátios de manutenção, além de realizar a gestão das denúncias recebidas através do Disque Denúncia. O recebimento de denúncias do metrô de BH funciona através de ligações, mensagens SMS, WhatsApp ou Telegram. Caso o usuário presencie situações como violência de gênero, importunação sexual, assédio, furtos, entre outras práticas suspeitas, pode denunciar através do (31) 99999 1108.

Transporte público é local mais propício a assédio Transporte público é local mais propício a assédio

Já Fortaleza tem uma ferramenta de mapeamento de denúncias de assédio sexual no transporte público chamada Nina 2.0, lançada em setembro de 2022, que recebeu 73 denúncias ao longo do primeiro mês de funcionamento, das quais 57 foram realizadas pela própria vítima e 16 por alguma testemunha. O serviço está disponível no aplicativo Meu Ônibus, da Prefeitura de Fortaleza. As denúncias são totalmente sigilosas e ficam registradas de forma anônima. Realizar a denúncia é bem rápido e simples. A vítima ou testemunha de assédio sexual, seja no interior dos ônibus, nos terminais ou pontos de parada, pode acionar a tecnologia tanto pelo aplicativo Meu Ônibus quanto pelo número (85) 93300-7001, disponível no WhatsApp.

Publicidade

A Semob (Secretaria de Transporte e Mobilidade) em Brasília recomenda que em qualquer caso de assédio sexual no transporte público a vítima ou qualquer pessoa denuncie, relatando o caso ao motorista ou até aos demais passageiros do ônibus. Além disso, a Polícia Militar pode ser acionada pelo telefone 190. Se a vítima for mulher, pode recorrer também à Central de Atendimento à Mulher, pelo 180. O serviço registra e encaminha denúncias aos órgãos competentes.

Confira o Jornal da Record de segunda a sexta-feira, às 19h55, e aos sábados, a partir das 19h45.

Publicidade








Últimas

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.