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Justiça manda prender novamente suspeito de latrocínio contra motorista de aplicativo 

Juíza chamou atenção para o fato de o celular da vítima ter sido encontrado com o investigado; caso aconteceu na Grande BH

Minas Gerais|Antonio Paulo, da Record TV Minas

Homem deixou a prisão ao ter a liberdade concedida
Homem deixou a prisão ao ter a liberdade concedida Homem deixou a prisão ao ter a liberdade concedida

A Justiça de Minas Gerais determinou, nesta sexta-feira (26), que o suspeito de matar um motorista de aplicativo durante um assalto na Grande BH volte para a prisão. O caso aconteceu no bairro Jardim Verona em Ribeirão das Neves, na última terça-feira (24).

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Arthur Leonardo Guimarães Morreira Loffi chegou a ser preso pela Polícia Militar horas depois do assassinato de Roniele dos Santos Rodrigues, de 35 anos. O homem deixou a prisão ao ter a liberdade concedida na audiência de custódia pela juíza plantonista.

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No despacho que soltou o investigado, a magistrada diz que "o Autuado está devidamente identificado e qualificado nos autos, possui endereço certo, é primário e, a princípio, as circunstâncias fáticas indicam ser suficiente a fixação de medida cautelar".

Mas, na tarde desta sexta-feira, a juíza Fernanda Chaves Carreira Machado, da 1ª Vara Criminal e do Tribunal do Júri da Comarca de Ribeirão das Neves, a pedido do Ministério Público, determinou novamente a prisão do suspeito.

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"Foi registrado que o celular da vítima foi encontrado com o autuado e sujo de sangue em outro local, diverso de onde o carro e a vítima foram encontrados. Os militares disseram que o autuado confirmou a eles os fatos. A prisão é na espécie a única medida preventiva eficaz e capaz de assegurar a ordem pública", diz a juíza.

Relembre o caso

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O motorista de transporte por aplicativo Roniele dos Santos Rodrigues, de 35 anos, foi vítima de latrocínio, nesta terça-feira (23), no bairro Jardim Verona, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte. Rodrigues foi esfaqueado ao menos três vezes.

A Polícia Militar conseguiu prender o suspeito do crime pouco tempo após o assassinato, no conjunto habitacional conhecido como "Carandiru", que fica na mesma região.

Inicialmente, a ocorrência entrou para a PM como acidente de trânsito, uma vez que o motorista desceu uma rua em alta velocidade e capotou o carro em um lote vago.

A PM encontrou o suspeito do crime com as mãos amarradas e presas em uma grade no conjunto de prédios onde mora. Preso em flagrante, ele disse que um amigo foi quem chamou o carro para fazer uma corrida, porém, durante a viagem, teria sido assediado pelo motorista e, por isso, atacou Roniele, fugindo do carro na sequência.

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