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Uso de remédios não autorizados pela ANVISA pode piorar quadro de dengue, afirma especialista

Segundo ano de epidemia preocupa Minas Gerais; pacientes tem procurado tratamentos paralelos para tratar dores

MG Record|

O uso de substâncias e remédios não autorizados pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pode piorar o quadro de saúde dos pacientes, segundo um especialista. O segundo ano consecutivo de epidemia da dengue tem preocupado Minas Gerais. As dores pelo corpo faz muitos pacientes escolherem tratamentos paralelos não receitados e até pílulas milagrosas.

O presidente do CRF (Conselho Regional de Farmácia), Márcio de Oliveira, afirmou ainda que o riscos podem ser graves. Oliveira ainda destacou ser preciso estar atento ao uso de repelentes em crianças, pois as composições nem sempre são de uso pediátrico.

Atualmente, segundo a ANVISA, as substâncias ativas sintéticas registradas como eficazes no combate ao Aedes aegypti são: DEET que intimida e repele o mosquito; IR 3535 substância que pode ser aplicada em bebês acima de seis meses; Icaridina, aplicado em repelentes que duram mais de 10 a 12 horas.

Quanto maior a concentração do composto ativo, maior a proteção.

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