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Prefeitura de BH avalia usar áreas de hospitais privados para reforçar combate à dengue

Neste sábado (02), aconteceu o "Dia D" de prevenção e vacinação contra a doença; drones ajudaram a vistoriar imóveis

Minas Gerais|Maria Luiza Reis, Do R7 e Regiane Moreira, da Record Minas

Capital mineira está vacinando crianças de 10 e 11 anos contra a doença
Capital mineira está vacinando crianças de 10 e 11 anos contra a doença Capital mineira está vacinando crianças de 10 e 11 anos contra a doença (Divulgação/PBH)

A Prefeitura de Belo Horizonte avalia a possibilidade de firmar parcerias com hospitais ou espaços privados, atualmente subutilizados, para reforçar o atendimento contra a dengue na capital mineira. A informação foi confirmada durante coletiva de imprensa, na manhã deste sábado (02) com a subsecretária de Promoção e Vigilância em Saúde de BH, Thaysa Drummond. 

"Há possibilidade de parcerias com hospitais que estão sendo subutilizados, espaços que estão subutilizados. A gente está fazendo todo esse mapeamento e avaliação de custo”, disse a subsecretária. 

A subsecretária não explicou como aconteceria essa parceria, mas disse que a administração municipal está avaliando diversas possibilidades de expandir as medidas de combate à doença. “Não vou anunciar nada oficialmente, porque estão (as possibilidades) em fase de finalização", reforçou Thaysa. 

Em Belo Horizonte, várias ações estão sendo feitas para alertar a população sobre os riscos da doença. Neste sábado (02), aconteceu o "Dia D" de prevenção e vacinação contra a dengue. A ação do governo federal foi acompanhada por estados e municípios.

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Na capital mineira, agentes de combate a endemias percorreram casas e drones ajudaram nas vistorias dos imóveis. Com a ajuda da inteligência artificial, vários pontos de possíveis focos do mosquito são identificados. O próprio drone também faz o combate. 

Em uma semana, houve um aumento de 40,2% no número de casos confirmados, que chegam a 6.338. Segundo o balanço divulgado nesta sexta-feira (01), sete pessoas já morreram pela doença no estado.

Estudo aponta que pacientes com comorbidades têm maior risco de desenvolver formas graves da dengue:

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