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Veja quanto vão custar os carros elétricos e híbridos a partir de janeiro de 2024 

Alíquota de importação voltará a ser cobrada a partir de janeiro: mínimo de 10% para elétricos e 12% para carros híbridos

Autos Carros|Marcos Camargo Jr e Marcos Camargo Jr.

Com o anúncio da retomada do imposto de importação para modelos híbridos e elétricos importados, a nova alíquota passa a valer em janeiro já com aumento mínimo de 10%.

Para entender como devem ficar os preços a partir de janeiro de 2024, o R7-Autos Carros listou os cinco modelos híbridos e elétricos mais vendidos e como deverão ficar seus preços a partir dos novos impostos.

Tiggo 8 Pro, que é um híbrido plug-in, custa R$ 239,9 mil sem a nova alíquota
Tiggo 8 Pro, que é um híbrido plug-in, custa R$ 239,9 mil sem a nova alíquota Tiggo 8 Pro, que é um híbrido plug-in, custa R$ 239,9 mil sem a nova alíquota

Caoa Chery Tiggo 8

O modelo híbrido da Caoa Chery não foi nacionalizado e custa hoje R$ 239,9 mil. Como qualquer outro importado, ele passará a pagar 12% na nova alíquota de veículos híbridos plugin e seu preço deve subir para R$ 268,7 mil. Até 2026 seu preço deverá ser superior aos R$ 307 mil.

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Song PLus DMI também terá aumento de preço a partir de janeiro de 2024
Song PLus DMI também terá aumento de preço a partir de janeiro de 2024 Song PLus DMI também terá aumento de preço a partir de janeiro de 2024

BYD Song Plus DMI

O modelo híbrido é também o carro mais vendido da BYD no Brasil. Hoje ele custa R$ 229,8 mil. Com os novos impostos já em janeiro, passa a valer R$ 257,3 mil. Em 2026, se ele não for nacionalizado, seu preço vai superar os R$ 310 mil.

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BYD Dolphin custa a partir de R$ 149,9 mil e deve subir para R$ 164,8 mil
BYD Dolphin custa a partir de R$ 149,9 mil e deve subir para R$ 164,8 mil BYD Dolphin custa a partir de R$ 149,9 mil e deve subir para R$ 164,8 mil

BYD Dolphin

O elétrico compacto ganhou notoriedade pelo preço de R$ 149,9 mil. Com a nova alíquota, ele passará a custar R$ 164,8 mil em janeiro, e, conforme a alíquota seja cobrada até os 35%, seu preço vai subir até os R$ 202 mil.

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SUV médio tem duas opções de motor e três versões com preço a partir de R$ 209 mil
SUV médio tem duas opções de motor e três versões com preço a partir de R$ 209 mil SUV médio tem duas opções de motor e três versões com preço a partir de R$ 209 mil

GWM Haval H6 PHEV

A versão híbrida do SUV médio com tomada de recarga também vem crescendo nas vendas. Hoje esse produto custa R$ 269,9 mil, mas a partir de janeiro seu preço deve subir para R$ 302 mil com alíquota de 12% de imposto de importação, chegando a R$ 364,6 mil em 2026.

Ora 3 recentemente apresentado no Brasil deve ficar mais caro a partir de janeiro
Ora 3 recentemente apresentado no Brasil deve ficar mais caro a partir de janeiro Ora 3 recentemente apresentado no Brasil deve ficar mais caro a partir de janeiro

GWM Ora 3 GT

O compacto elétrico da Great Wall recém-lançado no Brasil também custa a partir de R$ 150 mil, e na versão GT tem preço de R$ 184 mil. Essa versão passará a custar R$ 202 mil a partir de janeiro. A retomada desse imposto pode elevar o preço desse carro para até R$ 248,4 mil.

Os preços são estimados de acordo com a aplicação das novas alíquotas determinadas pelo governo federal. Veja aqui toda a mudança de tributação no R7.com

Como vai funcionar a retomada do imposto?

Trata-se de uma retomada gradativa dos impostos sobre veículos de emissões reduzidas ou sem emissões com auxílio ou com tração elétrica. Para carros híbridos, a nova alíquota do imposto começa em 12% em janeiro de 2024, depois sobe para 25% em julho de 2024, alcança 30% em julho de 2025 e atinge 35% em julho de 2026.

Hibrido plug-in com ponto de abastecimento externo
Hibrido plug-in com ponto de abastecimento externo Hibrido plug-in com ponto de abastecimento externo

Para os híbridos plug-in, aqueles com tomada de abastecimento externo, a alíquota passa para 12% em janeiro, 20% em julho de 2024, 28% em 2025 e 35% em 2026.

Para os carros elétricos, o imposto de importação será cobrado em 10% a partir de janeiro e 18% em julho de 2024, 25% em julho de 2025 e 35% em julho de 2026.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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