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Teste: nova Sahara 300 funciona bem nas ruas esburacadas de São Paulo

Trail urbana atende muito bem as ruas esburacadas com motor elástico e embreagem suave na troca das seis marchas

Autos Carros|Marcos Camargo JrOpens in new window

Teste: Nova Sahara 300 testa habilidades em São Paulo

O retorno da Sahara trouxe uma nova geração de motos trail para a linha Honda nacional. Embora traga um nome tradicional, trata-se de uma nova geração baseada na XRE, com chassi, suspensão, câmbio e embreagem novos, sem relação com a antiga Sahara.

Teste: Nova Sahara 300 testa habilidades em São Paulo

Embora visualmente ela traga lembranças da XRE 300, trata-se de um produto novo. Ela tem motor de 300cc (293cc para ser preciso) derivado da Twister, porém com 25,2 cv a 7.500 rpm e torque de 2,74 kgfm a 5.750 rpm.

O motor tem comando simples no cabeçote e trabalha com câmbio de seis velocidades, com embreagem assistida e deslizante que torna a operação mais fácil na evolução e redução de marchas.

Teste: Nova Sahara 300 testa habilidades em São Paulo

O chassi é novo, mas rodas e pneus trazem as mesmas medidas da XRE, com aro 21 na frente e 18 na traseira, com pneus Metzeler Karoo Street. Os freios são a disco nas duas rodas, com disco maior na dianteira e ABS de duplo canal.

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Teste: Nova Sahara 300 testa habilidades em São Paulo

Testamos as habilidades da Sahara 300 no trânsito agitado de São Paulo por uma semana. Embora tenha porte elevado e muitos perguntem se “é a mesma Sahara”, trata-se de outra moto. Isso se percebe na hora de pilotar.

O torque em baixa é maior e traz mais segurança, e há mais elasticidade para subir de giro no motor monocilíndrico. O câmbio atua de forma bem suave com a embreagem, que ficou mais sensível, e há torque em todas as faixas de rotação.

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Teste: Nova Sahara 300 testa habilidades em São Paulo

A postura elevada, os pneus 21 na frente e os freios ABS atuam com prontidão, evitando travamento. Os pneus também não são excessivamente borrachudos para usar na cidade, o que contribui para o conforto.

Teste: Nova Sahara 300 testa habilidades em São Paulo

O único senão fica para o painel TFT, que embora seja bem completo, tem leitura difícil mesmo com ajustes quando pilotamos a Sahara sob o sol intenso. Há indicador de troca de marchas, evolução de giros do motor e todas as luzes-espia, mas de forma um tanto complicada de se ver em dias ensolarados.

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Ao fim de uma semana, o consumo da motocicleta ficou em 33,8 km/l, interessante para uma 300 cc de porte elevado que te convida a acelerar mais forte. O preço é R$ 28.650,00. Essa versão tem ainda para-brisa mais amplo e protetores de carenagem como item de série, mas o baú é opcional na rede de concessionários.


Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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