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“Só quando ele deixar a presidência“, diz Ciro Nogueira sobre encontro com Lula

Presidente do PP disse ao blog não querer conversar com Lula e que não dará “benção” para Lira assumir um ministério após deixar presidência da Câmara

Blog da Farfan|Tainá FarfanOpens in new window

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O presidente do Progressistas, Ciro Nogueira (PP-PI), disse não pretender conversar com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), antes que ele deixe o Palácio do Planalto.

“Só encontro com Lula quando ele deixar a presidência”, afirmou ao blog.

Ciro já foi procurado por nomes próximos ao petista e costuma brincar que evita um encontro com presidente para não se deixar “seduzir” pela habilidade política dele.

O cacique costumava flertar com o presidente de ocasião, sempre optou pela “política da boa vizinhança” e foi aliado em outros governos Lula.

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Após ocupar a cadeira de ministro-chefe da Casa Civil de Jair Bolsonaro, mudou de postura e tem defendido ser de oposição. O senador contou, ainda, que fala com Bolsonaro praticamente “todos os dias”.

Questionado sobre a possibilidade de Arthur Lira (PP-AL) assumir um ministério de Lula quando deixar a presidência da Câmara, o chefe do Progressistas destacou que não aceitará, já que Lira em uma pasta poderia representar a entrada efetiva do partido no governo.

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O fato de André Fufuca (PP-MA) ter assumido o Ministério do Esporte não influencia no posicionamento da sigla por ser uma pasta de menor porte, na avaliação de Ciro.

O futuro de Lira no próximo ano ainda é incerto e, nos bastidores, há quem considere possível um convite de Lula para que ele assuma um ministério. Uma das pastas ventiladas é a da Integração e do Desenvolvimento Regional, mais robusta e que garantiria a capacidade de alocar recursos em seu reduto eleitoral, ajudando em uma possível disputa para o Senado.

No entanto, o foco do atual presidente da Casa Baixa parece ser garantir um sucessor na Câmara. Movimento avaliado pela cúpula do partido como “vital”.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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