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Presidente da Petrobras fica indignado com convocação do TCU para prestar esclarecimentos

Jean Paul Prates direcionou críticas a dois ministros do presidente Lula

Christina Lemos|Christina Lemos e Christina Lemos

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates
O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates (Tomaz Silva/Agência Brasil)

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, ficou indignado com a convocação do Tribunal de Contas da União (TCU) para prestar esclarecimentos sobre um contrato suspeito de irregularidades com a petroquímica Unigel.

Ele direcionou suas críticas ao chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, ao ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira e ao ministro da Casa Civil Rui Costa.

Prates terá que apresentar explicações ao TCU sobre as medidas tomadas para garantir a retomada das atividades das fábricas de fertilizantes da petroleira, arrendadas para a Unigel na Bahia e em Sergipe. Segundo a equipe técnica do TCU, estima-se que o contrato assinado pela petroleira resulte em um prejuízo de R$ 487,1 milhões em um prazo de oito meses.

"Estou sendo penalizado por atender a Unigel. É o resultado quando cedemos à pressão do governo. Essa demanda por gás veio do Silveira, do Marcola e do Rui", disse Prates aos membros da diretoria da Petrobras e aos representantes dos acionistas minoritários no Conselho de Administração da empresa.

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Após a publicação do texto, a Petrobras entrou em contato com o Blog. O presidente Jean Paul Prates negou as informações. Segue a resposta da empresa.

"Em relação ao texto publicado, Jean Paul Prates declara: “Entendo ser esta mais uma das inúmeras e frustradas tentativas de incompatibilizar a nossa gestão com nomes do Governo. Eu jamais mencionei tais nomes em qualquer reunião da empresa e não vejo nenhum problema no fato de o TCU desempenhar seu papel. Pelo contrário, saúdo a pertinência de que nos alerte e nos solicite tantas informações ou esclarecimentos quantos forem necessários para confirmar a correção de nossas ações à frente da empresa”."

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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