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'Estúdio News' deste sábado (9) debate os avanços na terapia genética

O programa da Record News vai ao ar aos sábados, aos 22h30; saiba mais

Estúdio News|Do R7

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Gustavo Toledo, Adriane Ribeiro e Charles Schmidt debatem o tema no Estúdio News deste sábado (9)
Gustavo Toledo, Adriane Ribeiro e Charles Schmidt debatem o tema no Estúdio News deste sábado (9) Divulgação/RECORD

As pesquisas de terapia gênica têm avançado aos poucos no Brasil, ela já é uma opção de tratamento para o câncer e doenças raras como hemofilia A, hemofilia B e distrofia muscular de Duchenne, por exemplo. O tema ganha espaço no debate do Estúdio News deste sábado (9), a partir das 22h30, na RECORD NEWS.

Especialistas compartilharam os progressos e os desafios enfrentados nesse campo crucial da saúde. A terapia gênica visa corrigir genes defeituosos, seja reconfigurando sua expressão ou ajustando sua posição no controle do organismo.

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Adriana Ribeiro, diretora médica da Pfizer Brasil, explica que por meio de vetores, como adenovírus, informações genéticas corretas são entregues diretamente ao núcleo da célula, possibilitando a produção de proteínas essenciais para corrigir erros genéticos.

Charles Schmidt, assessor médico sênior do Centro de Ensino, Pesquisa e Inovação (CEPI) do Instituto Jô Clemente (IJC), diz que às vezes tem de se usar outra forma para a terapia gênica na oncologia, onde se retira a célula para fazer com que a célula trabalhe para na destruição do câncer.

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Entre as doenças raras, mais de sete mil existentes, há uma gama que pode ser tratada por terapia gênica, o que traz esperança para condições antes consideradas sem cura. O diagnóstico rápido é crucial, especialmente para pacientes com doenças raras.

“Há escassez de geneticistas no Brasil, aproximadamente 300, e a complexidade dos laboratórios necessários para decodificação genética”, diz Charles. O médico ressalta que a telemedicina surge como uma solução promissora, facilitando o acesso a diagnósticos e orientações especializadas, principalmente em regiões remotas.

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Adriana destaca que muitas doenças raras possuem sintomas muito parecidos com doenças comuns, “o que pode levar um tempo maior para chegar ao diagnóstico correto, aliado a isso, a falta de testes diagnósticos e a peregrinação desse paciente, às vezes a pessoa falece sem saber”, observa a médica.

O Estúdio News vai ao ar aos sábados, às 22h30. A RECORD NEWS é sintonizada pelos canais de TV fechada 586 Vivo TV, 14 Oi TV, 578 Claro, 419 Sky e 2038 Samsung TV Plus, além do canal 42.1 em São Paulo e demais canais da TV aberta em todo o Brasil.

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