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Crise beneficia setor de consórcios, que cresce 13,6% em 12 meses 

Volume de negócios foi de R$ 252,09 bilhões em 2022, contra R$ 222,26 bi no ano anterior; veículos lidera as contratações

Renda Extra|Do R7

O consórcio de veículos leves foi o que teve maior número de adesões em 2022
O consórcio de veículos leves foi o que teve maior número de adesões em 2022 O consórcio de veículos leves foi o que teve maior número de adesões em 2022

De janeiro a dezembro de 2022, o setor de consórcios cresceu 13,6%, com a venda de 3,93 milhões de novas cotas, um recorde histórico, observado também no volume de negócios, que atingiu a marca de R$ 252,09 bilhões, com 9,41 milhões de participantes ativos.

Segundo a Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), todos os indicadores mensais de participantes ativos de 2002 foram superiores aos contabilizados durante a década iniciada em 2013.

Além disso, no ano passado, foram fechados, em média, 327,80 mil contratos mensais. Em 2021, foram registradas 3,46 milhões de adesões, uma média de 288,33 mil vendas ao mês. Já o volume de negócios foi de R$ 222,26 bilhões. 

O consórcio de veículos leves foi o campeão na escolha dos consumidores no ano passado, com 1,50 milhão de adesões, seguido pelo de motocicletas, com 1,22 milhão de contratos.

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Na distribuição setorial das vendas de 2022, o consórcio de imóveis ficou em terceiro lugar, comprado por 645,01 mil clientes. Depois, com 302,73 mil adesões ficaram os veículos pesados, seguidos por eletroeletrônicos (199,92 mil) e serviços (63,85 mil).

No que diz respeito às contemplações, momento em que os clientes, também chamados de 'consorciados', podem utilizar o valor total contratado no consórcio para adquirir bens e serviços, o crescimento foi de 8,6% em 2022 na comparação com o ano anterior, totalizando 1,52 milhão, antes 1,40 milhão de 2021.

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O montante injetado na economia foi de R$ 69,14 bilhões, 5,2% superior ao de 2021 (R$ 65,72 bilhões).

“O consórcio tem demonstrado, desde 1962, que, com planejamento, é possível aos consorciados evoluir patrimonialmente e melhorar a qualidade de vida”, afirma Paulo Roberto Rossi, presidente-executivo da Abac.

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Ele diz que, com os resultados de 2022, o sistema de consórcios prova que está cada vez mais presente na cultura financeira do consumidor. “Com mais conhecimento, o consumidor gere suas finanças de forma responsável, sem imediatismos. E finanças equilibradas significam mais qualidade de vida, com constantes conquistas”, finaliza Rossi. 

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