Rio de Janeiro Em assembleia, funcionários do BRT rejeitam rodízio de 30 dias no Rio

Em assembleia, funcionários do BRT rejeitam rodízio de 30 dias no Rio

Reunião ocorreu uma semana após serviço ficar paralisado na capital fluminense. Sindicato apresentou contraproposta

Em assembleia realizada pelo Sindicato dos Rodoviários nesta segunda-feira (8), funcionários do BRT Rio rejeitaram por unanimidade a proposta de rodízio feita pelo MPT (Ministério Público do Trabalho). O órgão havia sugerido que houvesse rodízio de dez dias no período de 30 dias.

Funcionários do BRT

Funcionários do BRT

Reprodução

Em contraproposta, os rodoviários pedem rodízio de cinco dias, além de uma compensação no vale alimentação, que passaria de R$ 360 para R$ 720. O sindicato também sugeriu que não seja considerada falta no primeiro dia da greve.

Segundo o presidente do sindicato, Sebastião José, a proposta será encaminhada ao TRT (Tribunal Regional do Trabalho) e à direção do BRT para que uma decisão seja tomada.

"Se for aceito, o problema estará resolvido. Agora vamos aguardar o desdobramento da assembleia", disse Sebastião José.

Na última segunda-feira (1º), uma greve de motoristas ocasionou a paralisação da circulação dos três corredores do BRT: Transcarioca, Transoeste e Transolímpica. Devido a isso, os intervalos ficaram irregulares, e o serviço, inviabilizado. Muitos passageiros tiveram dificuldades para chegar ao trabalho.

À noite, o serviço foi retomado após uma reunião da Prefeitura do Rio com representantes do consórcio que administra o sistema. Na ocasião, o prefeito Eduardo Paes disse que, dentro de 90 dias, vai buscar uma solução definitiva para o problema juntamente com o Ministério Público.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Paulo Guilherme

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