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Nove suspeitos são presos em ação contra quadrilha que usava motoristas para desviar cargas

O esquema pode ter provocado um prejuízo de mais de R$ 1,5 milhão às transportadoras no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro|Do R7, com Record Rio

Dois suspeitos foram presos em flagrante na operação
Dois suspeitos foram presos em flagrante na operação Dois suspeitos foram presos em flagrante na operação (Record Rio)

Ao menos nove suspeitos — dois em flagrante por porte de drogas — foram presos durante uma operação da Polícia Civil, nesta quarta-feira (27), contra o desvio de cargas de transportadoras no Rio de Janeiro. O esquema pode ter provocado um prejuízo de mais de R$ 1,5 milhão às empresas.

De acordo com as investigações, a quadrilha enviava cadastros para contratações de motoristas parceiros com informações falsas para transportadoras. Após a aprovação do candidato, os criminosos mandavam o condutor levar os produtos, que estavam sob a responsabilidades, até o local indicado pelo grupo.

Depois, os motoristas envolvidos no esquema diziam às empresas terem sido roubados e apresentavam boletins de ocorrência falsos. Em outros casos, chegavam a confirmar a entrega ao destinatário e deixavam de atender às ligações quando as empresas insistiam em saber o motivo de a mercadoria não ter sido recebida pelo cliente.

Segundo as investigações, os motoristas eram recompensados com valores entre R$ 500 e R$ 1 mil para desviar a carga. Em geral, a organização criminosa preferia produtos alimentícios ou de baixo custo — que não eram rastreados.

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Ainda de acordo com a polícia, a carga era vendida em pequenos comércios e feiras, como as realizadas em Acari, Honório Gurgel, São Cristóvão e Jardim América.

Os agentes iniciaram a investigação em janeiro deste ano, após o alerta de uma transportadora. A empresa passou por auditoria e descobriu ter sido alvo dos criminosos. 

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Outros cinco integrantes já haviam sido presos, segundo a polícia. Eles respondem pelos crimes de estelionato, receptação, associação criminosa e falsidade ideológica.

As investigações continuam para identificar possíveis envolvidos, além das pessoas que adquiriram essas mercadorias.

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