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Segundo dia de julgamento de Flordelis tem atraso após um dos réus ser esquecido

Segundo informações da Record TV Rio, André Luiz de Oliveira não estava listado na Seap para ser levado ao fórum

Rio de Janeiro|Do R7, com Felipe Batista e Fernanda Macedo, da Record TV Rio

Julgamento de Flordelis começou na segunda-feira (7)
Julgamento de Flordelis começou na segunda-feira (7) Julgamento de Flordelis começou na segunda-feira (7)

segundo dia de julgamento da ex-deputada federal Flordelis começou com atraso nesta terça-feira (8). O motivo foi o fato de a Seap (Secretaria de Administração Penitenciária) não ter levado ao fórum um dos réus, André Luiz de Oliveira, filho afetivo da ex-deputada, já que ele não estava listado na pauta. A pasta informou que vai apurar o atraso.

Thiago Vaz de Souza, policial que atuou na equipe de Allan Duarte, foi o primeiro a depor nesta manhã. Segundo ele, Anderson poderia ter descoberto o plano para matá-lo por meio de um sistema de compartilhamento por nuvem dos celulares da família.

Ele também falou que, devido ao grande número de pessoas na casa, a família era dividida em duas “facções”, uma que ajudava nos planos do crime e outra que denunciou a armação do assassinato.

Vaz disse que em nenhum momento, durante as investigações, Flordelis alegou que Anderson abusasse dela e que sempre reafirmava seu amor pela vítima.

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Ontem, a defesa da ex-deputada divulgou um vídeo em que Flordelis narra agressões e abusos praticados por Anderson. Nas imagens, ela chora e diz que o pastor batia nela e já a havia sufocado com um travesseiro.

Além da ex-parlamentar, a filha biológica dela, Simone dos Santos Rodrigues, a neta Rayane dos Santos Oliveira e os filhos afetivos André Luiz de Oliveira e Marzy Teixeira da Silva estão no banco dos réus.

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Ontem, a juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce ouviu dois delegados que participaram das investigações do caso: Barbara Lomba e Allan Duarte.

Ao deixar o tribunal, Duarte disse, em entrevista à Record TV Rio, que o crime foi premeditado e teve motivação financeira. Segundo o delegado, as investigações mostraram que, antes de ser executado, Anderson foi alvo de tentativas de assassinato por envenenamento e ação de pistoleiro.

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