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Argentino detido por imitar macaco no estádio do Morumbi é solto sete dias após prisão

Matias Ezequiel Ramirez conseguiu um habeas corpus, mas, segundo o advogado dele, continua impedido de deixar o Brasil

São Paulo|Letícia Assis, da Agência Record

Matias Ezequiel Ramirez e David Emanuel Benedetto foram presos ainda dentro do estádio
Matias Ezequiel Ramirez e David Emanuel Benedetto foram presos ainda dentro do estádio Matias Ezequiel Ramirez e David Emanuel Benedetto foram presos ainda dentro do estádio

A Justiça de São Paulo concede habeas corpus a Matias Ezequiel Ramirez, argentino preso por racismo durante jogo entre o São Paulo Futebol Clube e o San Lorenzo, no Estádio Cícero Pompeu, conhecido como Morumbi. Ele deixou a prisão na noite de quinta-feita (17).

O homem estava detido desde o dia 10 de agosto, quando foi flagrado cometendo gestos racistas durante o jogo válido pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana entre os clubes.

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Na ocasião, além de Matías, outro torcedor, identificado como David Emanuel Benedetto, também foi detido.

Os dois, presos em flagrante ainda dentro do estádio, tiveram as prisões convertidas em preventiva e foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) III de Pinheiros, localizado na Avenida das Nações Unidas, 1.230, em Pinheiros, na zona oeste da capital.

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Na quinta-feira (17), segundo o advogado Daniel Leon Bialski, que representa o torcedor argentino, ele teve o seu habeas corpus concedido e deixou o CDP.

Ainda segundo o advogado, Matías não pode deixar país e deve permanecer em solos brasileiros.

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