São Paulo Exército e PM fazem novas buscas por últimas metralhadoras furtadas de arsenal em Barueri (SP)

Exército e PM fazem novas buscas por últimas metralhadoras furtadas de arsenal em Barueri (SP)

Das 21 armas subtraídas, quatro continuam desaparecidas; sete militares são investigados por participação direta no crime

Agência Estado
Metralhadoras foram recuperadas em dois estados

Metralhadoras foram recuperadas em dois estados

Reprodução / Record TV

O Exército, a Polícia Militar e a Polícia Técnico-Científica de São Paulo vasculharam na manhã desta quinta-feira (23) endereços de Jandira, na Grande São Paulo, em busca de provas para abastecer a investigação sobre o furto de 21 metralhadoras do Arsenal de Guerra do Exército.

"A diligência, autorizada pela Justiça Militar, está sendo realizada de maneira integrada por militares da Polícia do Exército, tropa especializada do Comando Militar do Sudeste, equipes da PMESP e da Polícia Técnico-Científica, empregando cerca de 45 militares do Exército e da Polícia Militar e seis viaturas especializadas, bem como oito agentes da Polícia Técnico-Científica", informou o Comando Militar do Sudeste.

Em nota, o Exército voltou a classificar o episódio como "naceitável" e se diz empenhado em "recuperar as armas subtraídas no mais curto prazo, responsabilizando todos os autores".

A Força já havia aberto uma operação no último dia 31 para tentar encontrar as quatro últimas metralhadoras furtadas do Comando Militar do Sudeste, em Barueri, na Grande São Paulo.

Clique aqui e receba as notícias do R7 no seu WhatsApp
Compartilhe esta notícia no WhatsApp
Compartilhe esta notícia no Telegram
Assine a newsletter R7 em Ponto

Das armas furtadas, 19 já foram recuperadas, em outubro — oito localizadas na zona oeste do Rio, em área ocupada por milícia que se aliou ao Comando Vermelho; nove que estavam sendo negociadas com o PCC e foram encontradas em uma área de lamaçal em São Roque; e outras duas localizadas no Rio.

Sete militares são investigados por participação direta no crime. Eles tiveram os sigilos bancário e fiscal quebrados no inquérito e ainda são alvo de apuração disciplinar, que pode determinar desde uma advertência até a prisão administrativa de até 30 dias.

Últimas