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Família de porteiro encontrado morto em córrego de SP pede justiça

Thiago Albino foi achado na Ponte Rasa, no dia 10 de abril; parentes ainda não sabem o que de fato aconteceu

São Paulo|Gabrielle Pedro, do R7

No dia 10 de abril, o corpo de um homem foi encontrado na parte seca do córrego Ponte Rasa, no Jardim Soraia, região de Itaquera, zona leste da capital. Vinte dias após o crime, a família da vítima, Thiago Mychellan Albino, de 38 anos, continua sem saber o que de fato aconteceu durante a madrugada daquele dia.

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Nascido em Macaiba e criado em Sítio Novo, ambas cidades do Rio Grande do Norte, o primogênito de cinco filhos morava sozinho em São Paulo há 12 anos. Uma irmã dele, que preferiu não se identificar, contou que ele veio para a capital paulista atrás de emprego.

"Meu irmão nunca se envolveu com coisas erradas ou pessoas de má índole. Ele sempre foi uma pessoa gente boa e estendia a mão para as pessoas que saíam do Nordeste em busca de conseguir algo melhor em São Paulo, assim como ele fez. Muitos tinham ele como referência", disse.

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Até o momento, a família não recebeu nenhuma informação da polícia sobre as investigações do caso, tampouco a identidade dos suspeitos de terem cometido o crime. A única prova que os familiares possuem é a certidão de óbito, que diz que Thiago morreu de traumatismo craniano causado por uma pancada de um objeto.

Agora, ela e outra irmã dele planejam ir à capital paulista para cobrar esclarecimento das autoridades sobre o que de fato aconteceu e lutar para que seja feita justiça.

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Desaparecimento

Ao R7, Geonaldo Ponciano de Lima, amigo de Thiago, contou que o último contato que teve com o porteiro foi às 23h38 do dia anterior, por meio de mensagens em um grupo do WhatsApp.

"Ele disse que estava em uma padaria, que fica bem na frente do terminal de ônibus A. E. Carvalho, fazendo algumas apostas no celular. Depois não tivemos mais nenhuma notícia. Só no dia seguinte que vimos a reportagem no Cidade Alerta falando de um homem encontrado em um córrego e depois soubemos que era ele", disse.

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Procurada pela reportagem, a gerência do estabelecimento explicou que Thiago sempre frequentava o local e confirmou que ele esteve por lá naquela noite, mas que nada de estranho aconteceu.

"Ele vinha aqui direto. Nesse dia, ele veio aqui, pegou um latinha de cachaça, uma garrafa de um litro de refrigerante e pediu uma janta. Ele ficou sozinho na mesa, pagou a conta e foi embora", contou gerente.

Segundo Geonaldo, Thiago teria passado em outro bar, localizado a 220 metros de distância da padaria e a 150 metros de onde o corpo foi encontrado. O estabelecimento foi contatado, mas não atendeu as ligações da equipe.

Os moradores da região disseram ter ouvido, momentos antes, uma correria e discussão na rua. No entanto, não escutaram nenhum barulho de tiro ou gritos de socorro.

A reportagem entrou em contato com o 24º DP, onde o caso é investigado, sucessivas vezes para apurar o andamento da investigação, mas não obteve retorno. Também entramos em contato com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, que informou que os detalhes só podem ser passados pela delegacia.

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