'Golpe do amor': homem é sequestrado após marcar encontro por aplicativo de relacionamento

Segundo a PM, foram desviados cerca de R$ 40 mil da conta da vítima. Um suspeito foi preso em flagrante e o veículo recuperado

  • São Paulo | Letícia Dauer e Laura Augusta, da Agência Record

Homem foi sequestrado após marcar encontro por aplicativo de relacionamento
Reprodução / Record TV

Um homem foi sequestrado após marcar um encontro por meio de aplicativo de relacionamento na região do Butantã, na zona oeste da capital paulista, na sexta-feira (14). A vítima foi localizada e um dos envolvidos no crime foi preso na zona leste neste sábado (15).

De acordo com o delegado Paulo Pilz, da Divisão Antissequestro, a vítima, de 38 anos, chegou no ponto de encontro e foi levada em seu carro pelos criminosos.

Após o sequestro, o banco da vítima percebeu transações bancárias em valores altos, por isso a conta foi bloqueada. Os criminosos entraram em contato com a família e exigiram um resgate. Os familiares ligaram para a Polícia Militar via 190 e informaram o desaparecimento do homem, que mora em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo.

À tarde, a polícia recebeu a informação de que o carro da vítima estava circulando pela zona leste da capital. Uma equipe do 4° BAEP (Batalhão de Ações Especiais de Polícia) localizou o veículo, ocupado por um suspeito de 23 anos.

Como ele não obedeceu ao sinal de parada, houve perseguição, com o apoio do 2º Batalhão e do helicóptero Águia, que terminou dentro do Sesc Itaquera, na avenida Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos.

O criminoso invadiu a unidade e colidiu o automóvel contra uma árvore, próximo à quadra de tênis. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

Segundo a PM, foram desviados cerca de R$ 40 mil da conta da vítima. Apenas na conta do suspeito preso em flagrante, havia R$ 12 mil.

O homem sequestrado foi localizado na região do Cebolão, na marginal Pinheiros, por meio de uma ação conjunta das Polícias Civil e Militar. Os outros envolvidos no crime não foram localizados. O caso é investigado pela Divisão Antissequestro do Dope (Departamento de Operações Policiais Estratégicas).

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